12:40 PM
2 de março de 2026

5 bares próximos da estação República do Metrô, no centro de SP

5 bares próximos da estação República do Metrô, no centro de SP

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Para quem desce na estação República e quer resolver a noite a pé, este roteiro facilita. Todos os bares estão a até 500 metros do metrô.

No coração do centro, nomes clássicos como o Bar Brahma convivem com endereços mais recentes, caso do Cordial e do Lágrima.

A região concentra boas pedidas para ouvir música, experimentar coquetéis autorais e petiscar — tudo a poucos minutos de caminhada do metrô.

No feriado, Bar Brahma promove esquenta com 12h de samba e Sabrina Sato para preparar foliões para o carnaval paulistano
Bar Brahma, com música ao vivo (Bar Brahma/Divulgação)

Bar Brahma

O histórico Bar Brahma já recebeu apresentações de nomes como Cauby Peixoto, Demônios da Garoa, Altemar Dutra e Ivo Meirelles. Fincado no famoso cruzamento das avenidas Ipiranga e São João, o bar tem jeito assumidamente turístico. Dispõe, além do salão principal, de uma varanda bastante disputada e de um salão menor, todos com programação musical.

As bandejas de chope circulam ligeiras entre as mesas, o que ajuda a não deixar ninguém esperando. Para comer, há o caprichado sanduíche de pernil, de carne macia, com muçarela na ciabatta e folhas de rúcula.

Avenida São João, 677, centro.

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Bar da Dona Onça, no Copan (Divulgação/Divulgação)

Bar da Dona Onça

Prestes a completar dezoito anos, o endereço comandado pela chef Janaína Torres ocupou o térreo do Edifício Copan quando a região ainda não era o polo boêmio-gastronômico de hoje. No salão envidraçado, saem pratos de alma brasileira com toques pessoais da anfitriã.

A moqueca de peixe do dia com camarão é servida com arroz e tartare de banana. Para começar, os bolinhos de espinafre cumprem bem o papel. Entre os drinques, a caipirinha de tangerina com maracujá, preparada com a cachaça da casa, merece atenção.

Avenida Ipiranga, 200, centro.

 

O bartender Gabriel Santana
O bartender Gabriel Santana, no Cordial (Ligia Skowronski/Veja SP)
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Cordial

A poucos passos do Copan — visível para quem se senta na calçada —, o Cordial é outro bar do grupo responsável pelo Santana Bar. Aberto para a rua, vive cheio de gente que vai atrás de um chope bem tirado e bons coquetéis.

Vale explorar os drinques autorais, muitos deles inspirados em ícones da arquitetura do centro paulistano. O grande ato, por exemplo, faz referência ao Theatro Municipal de São Paulo e mistura bourbon, Averna, licor de ervas, vermute seco, cordial de goiaba e limão-siciliano, servido com um crocante de provolone. Para acompanhar, os bolinhos vindos do Moela, como o de cenoura com coalhada, são boa pedida.

A casa lançou um mapa de bares do centro para fomentar a região.

Rua Epitácio Pessoa, 32, centro.

 

Ambiente espelhado e decorado por luzes de LED. Ao fundo, está o bar, decorado com vitrais
Ambiente do Infini (Clayton Vieira/Veja SP)
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Infini

Escondido nos fundos do tradicional La Casserole e com operação independente, o Infini aposta em atmosfera futurista. Espelhos por todos os lados, música alta e paredes com LEDs quadriculados que mudam de cor dão o tom da experiência.

Nas mesas baixas, o público se dedica a clássicos como o manhattan. Entre as criações da casa — desenvolvidas pela equipe e pela convidada Chula — há altos e baixos. O café soçaite combina uísque nacional, café cold brew em água de coco e vermute de café, finalizado com um intenso bitter de coco queimado produzido ali mesmo. Para beliscar, as telhas de arroz com queijo vegano são uma opção interessante.

Largo do Arouche, 346, centro.

 

Comer e Beber SP 2025 Salão pequeno e agitado: embalado por DJs
Salão pequeno e agitado do Lárima: embalado por DJs (Ligia Skowronski/Veja SP)

Lágrima

Os paulistanos têm demonstrado apreço por bares mais escondidos, ideais para uma pausa na correria — ainda que ao som alto de rock, jazz e brasilidades tocadas por DJs. No térreo do Edifício Renata Sampaio, o salão escuro, envolto por cortinas, é antecedido por uma área que durante o dia abriga uma unidade da livaria Gato Sem Rabo.

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A clientela se espalha pelas poltronas enquanto prova coquetéis criados pelo bartender Ciro Tupinambá em parceria com o consultor Günter Sarfert. A carta segue a linha de menus estrangeiros que se inspiram em pratos.

O drinque baseado no tzatziki traz gim com dill, pepino e hortelã, clarificado com iogurte e um toque salgado. Já o manjar, com rum infusionado em óleo de coco, vermutes e ameixa seca, lembra uma versão menos doce e mais alcoólica da sobremesa.

Rua Major Sertório, 95, centro.

 

Luiz Felippe Mascella, do Terê
Luiz Felippe Mascella, do Regô (Clayton Vieira/Veja SP)

Regô

Referência quando o assunto é coquetelaria no centro, o Regô atrai casais, grupos de amigos e também quem prefere beber sozinho, seja no começo ou no fim da noite. No balcão de aço, marcado por uma pilastra repleta de garrafas, a equipe treinada pelo anfitrião Luiz Felippe Mascella prepara clássicos como o manhattan com precisão.

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A carta autoral, recém-renovada, também convida à exploração.

Rua Rego Freitas, 441, centro.

 

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Fonte.: Veja SP Abril

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