11:28 PM
16 de agosto de 2026

A golden retriever mais engraçada do estado de Santa Catarina para arrancar sorrisos e ensinar tutores

A golden retriever mais engraçada do estado de Santa Catarina para arrancar sorrisos e ensinar tutores

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Megan, uma golden retriever de Mafra (SC), passou meses acompanhando de pertinho a gestação de Bruna, sua tutora. Deitava na barriga, participava dos preparativos e parecia tão ansiosa quanto os papais pela chegada de Maria, a nova integrante da família. Mas, depois de apenas uma semana como irmã mais velha, a cadela parece ter começado a repensar toda aquela empolgação.

O que aconteceu com Megan, a golden que virou irmã mais velha?

Megan é uma golden retriever que vive em Mafra (SC) com Bruna Schafhauser Coelho e Eduardo Coelho. Durante toda a gestação de Bruna, a cadela acompanhou cada momento de perto, como se também estivesse esperando pela chegada da irmãzinha. No dia 5 de agosto, Maria nasceu, e Megan parecia pronta para assumir seu novo papel na família. Mas talvez ela não imaginasse um pequeno detalhe: “filhote humano” dá trabalho, e muito.

Foi durante uma madrugada que a cachorrinha pareceu repensar toda aquela empolgação. Maria havia acordado e começado a chorar. Enquanto Bruna e Eduardo tentavam acalmar a bebê, Megan observava tudo ao redor. Até que, aparentemente cansada daquela movimentação às 3 horas da manhã, a golden tomou uma atitude hilária: pegou seu bichinho de pelúcia, caminhou até a parede e virou de costas para a família, como quem não queria mais saber daquela confusão.

Por que os cães podem sentir ciúme da chegada de um bebê?

Três pilares explicam o comportamento de Megan diante da nova irmã. O primeiro é a competição por atenção: a chegada do bebê divide a atenção que antes era exclusiva do cão. O segundo é a alteração da rotina: cães são animais de hábitos, e os choros noturnos e a nova dinâmica familiar bagunçaram a rotina previsível de Megan. O terceiro é a comunicação emocional: cães expressam desconforto e estresse através de comportamentos como se afastar, virar as costas ou buscar um objeto de conforto exatamente o que Megan fez ao pegar seu bichinho de pelúcia.

Pesquisas sobre comportamento canino mostram que os cães podem manifestar ciúme quando o tutor interage com um potencial rival. Especialistas explicam que os cães não compreendem a gravidez em si, mas percebem mudanças no corpo da tutora, na rotina e nos cheiros. Segundo veterinários, os cães podem sentir ciúme de um novo bebê ou de qualquer coisa que desvie a atenção que antes era dedicada a eles. O “ciúme” de Megan, na verdade, é uma resposta adaptativa a uma nova realidade e não um sinal de rejeição à irmã.


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Competição por atenção


A chegada do bebê divide a atenção que antes era exclusiva do cão. Megan, que era o centro das atenções, agora precisa dividir o colo e o carinho dos papais com a nova irmã.



Alteração da rotina


Cães são animais de hábitos. Os choros noturnos, as mamadas e a nova dinâmica familiar bagunçaram a rotina previsível de Megan, gerando estresse e desconforto.


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Comunicação emocional


Ao pegar o bichinho de pelúcia e virar as costas, Megan expressou seu desconforto de forma clara. Cães usam comportamentos como esse para comunicar estresse e necessidade de espaço.

Como a reação de Megan viralizou e conquistou as redes sociais?

Bruna registrou o momento e compartilhou o vídeo no perfil de Megan no Instagram, @megaangolden, no dia 8 de agosto. A reação da golden conquistou as redes sociais e a publicação já acumula mais de um milhão de visualizações, além de milhares de comentários de pessoas se divertindo com o possível “ciúme” da irmã mais velha. “Márcia, geralmente com 45 dias a gente doa, viu?!” brincou um internauta. Outro imaginou Megan fazendo um ultimato: “Eu já tô com minhas coisas arrumadas, Márcia. Agora tu escolhe: ou eu ou ele”.

  • O vídeo de Megan viralizou com mais de 1 milhão de visualizações
  • Internautas brincaram com a possibilidade de Megan querer “doar” a irmã
  • Muitos se identificaram com o comportamento de ciúme e adaptação
  • A história gerou milhares de comentários e interações nas redes sociais
  • O perfil de Megan no Instagram ganhou ainda mais visibilidade com a repercussão
A golden retriever mais engraçada do estado de Santa Catarina para arrancar sorrisos e ensinar tutores
A golden retriever mais engraçada do estado de Santa Catarina para arrancar sorrisos e ensinar tutores

Como ajudar um cão a se adaptar à chegada de um bebê?

A adaptação de um cão à chegada de um bebê é um processo gradual que envolve paciência, consistência e, acima de tudo, a compreensão de que o animal não está sendo “ciumento” por maldade ele está reagindo a uma mudança significativa em seu ambiente. Especialistas em comportamento canino recomendam algumas estratégias para facilitar essa transição.

Uma das principais recomendações é manter a rotina do cão o máximo possível, incluindo horários de passeios e momentos de atenção exclusiva. Também é importante associar a presença do bebê a experiências positivas, como petiscos e carinhos quando o cão se comporta de forma calma perto da criança. Antes da chegada do bebê, os tutores podem preparar o cão gradualmente, apresentando novos sons, cheiros e objetos. No caso de Megan, Bruna já compartilhou registros mostrando que, apesar do drama noturno, a golden adora ficar pertinho de Maria na hora de mamar e durante as sonecas — um sinal de que o vínculo entre as duas está se formando.







Sinal de estresse no cãoComo interpretarEstratégia de manejo

Afastamento ou virar as costas
Evitar a situação
O cão está sobrecarregado e precisa de espaçoRespeite o espaço do animal; ofereça um local tranquilo

Busca por objeto de conforto
Bichinho de pelúcia, cobertor
O cão está buscando segurança em um objeto familiarPermita que o cão tenha acesso a seus objetos de conforto

Comportamento de “ciúme”
Tentar se intrometer
O cão está tentando recuperar a atenção que sente estar perdendoReserve momentos exclusivos com o cão diariamente

Como a relação entre Megan e Maria tende a se desenvolver?

Apesar do drama noturno, tudo indica que o “ciúme” de Megan seja apenas parte da adaptação. Bruna compartilhou, no dia 13 de agosto, uma sequência de registros mostrando como foram os primeiros dias de Megan no papel de irmã mais velha. “Dump da primeira semana sendo a irmã mais velha por aqui… Só de olho na maninha!!” — e as imagens mostram a golden sempre por perto, observando Maria com curiosidade e carinho.

O vínculo entre Megan e Maria já está se formando. A golden adora ficar pertinho da irmã na hora de mamar, durante as sonecas e nos momentos em que a bebê está na cama com os papais. Aos poucos, Megan está mostrando que, mesmo com as noites de sono interrompidas, existe ali um amor genuíno que só tende a crescer com o tempo. Como escreveu Bruna: “Não há dúvidas de que Megan será uma companheira muito especial durante o crescimento de Maria”.

Por que a história de Megan nos ensina sobre paciência e adaptação?

A história de Megan e Maria é um lembrete de que a adaptação leva tempo para os humanos e também para os animais. Megan passou meses esperando pela irmã, mas a realidade de uma casa com um recém-nascido é muito diferente da expectativa. O comportamento dela, longe de ser um sinal de rejeição, é uma expressão honesta de como ela está processando essa mudança.

E, como mostram os registros de Bruna, o amor entre as duas já está florescendo. Megan pode ter seus momentos de drama, mas é inegável que ela já está de olho na maninha, pronta para protegê-la, acompanhá-la e, quem sabe, ensinar algumas travessuras no futuro. Porque essa história de irmãs está apenas começando e promete muitas risadas, carinhos e, claro, algumas noites mal dormidas pelo caminho.





Fonte. MG.Superesportes

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