
O técnico de enfermagem, Hélcio José dos Santos foi encontrado morto na tarde da última segunda-feira (21) em um banheiro do Hospital Metropolitano de Várzea Grande. O profissional prestava serviço para uma empresa contratada pela unidade. Após a constatação do óbito, o Hospital Metropolitano acionou a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Pelas redes sociais, a filha Danieli Santos, relatou que o pai sumiu após realizar o plantão, no último domingo (19), e foi achado quase 24 horas depois trancado dentro de um dos banheiros da Unidade de Terapia Intensiva.
“Ninguém diz que meu pai assumiu um plantão e desapareceu. Ninguém fala que ele ficou sem vida dentro de um banheiro da UTI e só foi encontrado quase 24 horas depois. Descaso com o profissional”, escreveu em suas redes sociais. “Eu nunca vou aceitar como tudo aconteceu. Saber que você agonizou dentro de um banheiro do seu local de trabalho por três horas e que somente depois de 20 horas foram te encontrar, já em estado de decomposição”, afirmou Danieli.
O caso segue em investigação.
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Por meio de nota, a SES informou que não foi notificada sobre a ausência do profissional, tendo em vista que Hélcio era contratado por uma equipe especializada, a qual era responsável pela gestão dos serviços prestados na unidade.
Veja a nota da SES na íntegra:
“A empresa é a responsável pela gestão dos serviços prestados e acompanhamento dos profissionais contratados, e não notificou a direção do hospital sobre a ausência do profissional”.
O Coren-MT (Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso) também se pronunciou por meio de nota, lamentando a morte do profissional.
“O Coren-MT acompanhará as apurações sobre o caso e reforça a necessidade de esclarecimento dos fatos, especialmente por se tratar de um óbito ocorrido em ambiente de trabalho”, declarou.
A direção do Hospital Metropolitano se manifestou sobre a morte do técnico de enfermagem Hélcio José dos Santos, 52 anos, encontrado morto, na segunda-feira (21/07) em banheiro da unidade hospitalar. O funcionário atuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e era vinculado a uma empresa terceirizada.
Hélcio foi encontrado morto, sentado sobre o vaso sanitário e que havia frascos de remédio em seu bolso. Não foram encontrados sinais de violência.
Veja a nota do Hospital Metropolitano:
“A direção do Hospital Metropolitano informa que, imediatamente após tomar conhecimento da situação, acionou a Politec para a apuração dos fatos.
Cabe esclarecer que o profissional era contratado por uma empresa especializada, que presta serviços na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. A empresa é a responsável pela gestão dos serviços prestados e acompanhamento dos profissionais contratados, e não notificou a direção do hospital sobre a ausência do profissional”.
Fonte.: MT MAIS