12:40 PM
31 de agosto de 2025

Laudo da Politec aponta que mulher morta por asfixia na UFMT foi vítima de abuso sexual

Laudo da Politec aponta que mulher morta por asfixia na UFMT foi vítima de abuso sexual

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O laudo da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), confirmou a presença de sêmen na vagina e no ânus de Solange Aparecida Sobrinho, 52 anos, encontrada morta em 24 de julho dentro de uma construção abandonada no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A descoberta reforça a suspeita de que a vítima foi estuprada antes de ser assassinada.

De acordo com o delegado Bruno Abreu, responsável pela investigação na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), corpo de Solange foi localizado nu, com sinais de violência e indícios claros de esganadura. O laudo oficial concluiu que a causa da morte foi asfixia mecânica, provocada por estrangulamento. O material genético encontrado nas partes íntimas será agora comparado com o DNA de possíveis suspeitos.

O delegado afirmou que a investigação já possui uma linha de investigação já possui uma linha definida a e que será feito o cruzamento do DNA extraído do sêmen com o de um homem que já foi preso anteriormente por importunação sexual no mesmo campus universitário. O resultado pode ser determinante para identificar o autor do crime.

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Abreu explicou ainda que, caso o suspeito não esteja registrado no banco de dados, será realizado um confronto de DNA com possíveis suspeitos. Até o momento, nenhum criminoso foi identificado, mas as investigações continuam, incluindo a análise das câmeras de segurança da região.

Bruno destacou que uma das câmeras da UFMT, que poderia ser crucial para identificar o suspeito, está fora de funcionamento há anos.

 

A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança que mostram a vítima caminhando sozinha pelo campus horas antes do crime. O caso causou comoção entre estudantes e servidores da universidade, que cobram medidas mais efetivas de segurança na instituição.

Sobre o caso

Solange foi encontrada morta e nua por esganadura na manhã do dia 23 e seu corpo foi encontrado no dia seguinte, em uma área desativada da UFMT. Ela foi encontrada seminua, com lesões no pescoço e no rosto. O exame de necropsia confirmou morte por asfixia.

A equipe da DHPP está analisando os trajetos percorridos por Solange, utilizando imagens de câmeras de segurança que podem ser essenciais para identificar o autor do crime.

Um dos registros, feito por câmeras externas, mostra o último momento em que Solange foi vista. Na quarta-feira (23/07), por volta das 13h, ela saiu de casa caminhando sozinha por uma avenida de Várzea Grande. Nas imagens, ela aparece vestindo uma blusa vermelha, bermuda, com uma touca na cabeça, sandálias nos pés e carregando uma bolsa colorida.

Câmeras registraram Solange na rua

 

As câmeras da UFMT registraram Solange caminhando no campus no dia anterior ao assassinato, às 15h20, minutos antes de entrar na área onde seu corpo foi localizado no dia seguinte.

As imagens mostram claramente os últimos instantes de liberdade de Solange — a caminhada tranquila e discreta que antecede um crime brutal. A ausência da bolsa, a violência sexual e o local abandonado indicam a gravidade do caso. Agora, a coleta de DNA pode levar a respostas cruciais sobre autoria e motivação.

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Outro Lado

 

A UFMT, por sua vez, divulgou nota à imprtensa,  lamentando o ocorrido, afirmando que Solange não fazia parte da comunidade acadêmica e que o espaço onde ela foi encontrada estava em processo de revitalização. A instituição declarou ainda estar colaborando com as autoridades e intensificando medidas de segurança no campus.

Reprodução
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Crédito do vídeo: Toninho de Souza





Fonte.: MT MAIS

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