Giovanna Chiquinelli Marcatto, 26 anos, foi presa em Sapopemba, zona leste de São Paulo (SP), sob acusação de ter assassinado o próprio filho, um bebê de apenas 9 meses de idade, ao oferecer uma banana amassada misturada com veneno de rato. O crime bárbaro teria ocorrido dentro da casa da família, em circunstâncias ainda investigadas pela Polícia Civil.
De acordo com informações preliminares, a mãe teria preparado o alimento envenenado e dado à criança, que começou a passar mal minutos depois. O bebê foi levado às pressas para uma unidade de saúde, mas não resistiu à intoxicação e morreu.
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Por volta das 20h30, o bebê foi levado ao Hospital Estadual de Vila Alpina com graves dificuldades respiratórias e morreu às 20h47, em menos de 20 minutos após dar entrada.
O laudo necroscópico revelou sementes azuladas no estômago da criança, compatíveis com o chamado “veneno girassol”, amplamente usado como raticida.
Logo, a Polícia Civil desconfiou que não se tratava de acidente doméstico. O exame necroscópico apontou “sementes azuladas” semelhantes ao conhecido “veneno girassol” no estômago da criança, levantando suspeitas de envenenamento.
A linha de investigação ganhou força quando imagens de câmeras de segurança, registraram Giovanna comprando o veneno de rato em 25 de agosto — dois dias antes da morte do filho.
As imagens se tornaram peça-chave para a acusação. Em seguida, a Polícia Civil decretou sua prisão temporária por 30 dias, por homicídio qualificado. “Esse vídeo foi decisivo. Ele mostra que a mãe adquiriu o veneno e fortalece todos os laudos técnicos já reunidos no processo”, afirmou o delegado Alexandre Bento, responsável pelo caso. Em seguida, a Polícia Civil decretou sua prisão temporária por 30 dias, por homicídio qualificado.
O 42º Distrito Policial (Parque São Lucas) protocolou inquérito e requereu exames periciais. Foram realizadas buscas na creche, na residência da mãe e em casas de familiares. Materiais como mamadeiras, utensílios, celulares e até a agenda escolar do bebê foram recolhidos para análise. Segundo o delegado Alexandre Bento, “o trabalho foi árduo… o vídeo reforça os indícios já colhidos em laudos periciais”.
Peritos criminais recolheram o recipiente usado para amassar a fruta, além de amostras do alimento. O material será analisado em laboratório para confirmar a presença da substância altamente tóxica. Foram recolhidos também celulares, mamadeiras, utensílios de cozinha, a agenda da creche da criança e restos de alimentos.
A suspeita foi presa em flagrante e conduzida à delegacia, onde deve responder por homicídio qualificado, crime que pode resultar em pena de até 30 anos de prisão. Policiais apuram a motivação do assassinato e se há histórico de maus-tratos ou problemas psicológicos envolvendo a mãe.
Fonte.: MT MAIS