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16 de janeiro de 2026

O novo guia do teste da orelhinha: como a perda auditiva deve ser investigada em bebês

O novo guia do teste da orelhinha: como a perda auditiva deve ser investigada em bebês

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Desde 2010, é obrigatório, por lei, realizar o “teste da orelhinha” em recém-nascidos. No entanto, menos da metade das crianças brasileiras passa por essa triagem — em 2025, foram apenas 46%.

Para acelerar a implantação do exame, o Ministério da Saúde, em parceria com entidades como a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), lançou o Guia para Realização da Triagem Auditiva Neonatal e Seguimento Assistencial.

“Agora temos orientações atualizadas sobre quais exames devem ser feitos para identificar se uma criança nasceu com alguma perda auditiva”, explica Doris Lewis, da SBFa.

O objetivo é chegar o mais rápido possível ao patamar de 70% dos bebês, levando equipamentos e treinando equipes de regiões afastadas e vulneráveis do país.

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Ouvir para prevenir 

Entenda como são feitos os exames para flagrar o déficit:

Para agir rápido

A triagem auditiva neonatal visa identificar crianças que nasceram com perda auditiva e intervir precocemente.

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Melhor período

Todo bebê deve passar pela triagem, preferencialmente, entre 24 e 48 horas após o nascimento.

Dá para ir atrás

Se o teste não foi feito no seu filho, procure uma unidade básica de saúde ou um pediatra para realizar.

Fáceis e tranquilos

Os exames são indolores e feitos com o bebê dormindo. Podem levar de poucos minutos a uma hora

Avaliação de risco

O teste de emissões otoacústicas é feito em bebês saudáveis, e o Bera naqueles que tiveram complicações.

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Reteste

Em caso de alteração, o exame deve ser refeito para fechar ou descartar o diagnóstico.

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Fonte.:Saúde Abril

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