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18 de janeiro de 2026

Apátridas: como é a vida sem certidão de nascimento

Apátridas: como é a vida sem certidão de nascimento

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Foto de Arnold Ncube, tirada da cintura para cima. Ele está usando uma regata cinza com decote em V e um gorro preto. Seu braço direito está ligeiramente desfocado porque ele está limpando um carro

Crédito, Christian Parkinson / BBC

Legenda da foto, Arnold Ncube não conseguiu concluir os estudos porque não conseguiu provar que era sul-africano

    • Author, Mayeni Jones
    • Role, Correspondente para a África, reportando de Joanesburgo
    • Reporting from, Johannesburg
  • Tempo de leitura: 5 min

Muitas pessoas encaram a certidão de nascimento — ou qualquer outro documento oficial semelhante — como algo garantido, guardado em uma gaveta e raramente usado.

Mas, para quem não possui esse tipo de documento, isso pode significar uma vida nas sombras ou uma existência marcada pela incerteza.

Esse é um problema global. Estima-se que milhões de pessoas no mundo vivam sem nacionalidade formal, classificadas como apátridas.

No Brasil, por exemplo, dados recentes do IBGE indicam que cerca de 2,7 milhões de pessoas não têm certidão de nascimento — um número que ajuda a dimensionar como a falta de documentação básica ainda é uma realidade concreta, inclusive em países com sistemas civis consolidados.

No mundo, essas estatísticas ganham rosto e história. Arnold Ncube, um sul-africano de 25 anos, é uma dessas pessoas.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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