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27 de janeiro de 2026

Relógio do Juízo Final: por que mundo está mais perto da hora da destruição do que nunca

Relógio do Juízo Final: por que mundo está mais perto da hora da destruição do que nunca

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Jon Wolfsthal, diretor de risco global da Federação de Cientistas Americanos (FAS), Asha George, diretora executiva da Comissão Bipartidária de Biodefesa, e Steve Fetter, professor de políticas públicas e ex-reitor da Universidade de Maryland, revelam a posição do ponteiro dos minutos em seu Relógio do Apocalipse

Crédito, REUTERS/Kevin Fogarty

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O Relógio do Juízo Final, que simboliza o quanto a humanidade está perto da destruição, avançou três segundos no último ano, chegando a 85 segundos para a meia-noite, o mais próximo que já esteve da marca que indica o fim do mundo.

O Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, por sua sigla em inglês), que ajusta o relógio anualmente, diz que os principais impulsionadores desse avanço são o comportamento agressivo de países que são potências nucleares, como Rússia, China e Estados Unidos, o enfraquecimento do controle das armas nucleares.

Também pesam os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio e o avanço da inteligência artificial, que já é conhecida por seus prejuízos ao meio ambiente.

O relógio foi ajustado para sete minutos para a meia-noite em 1947. Em 2020, os ponteiros marcaram 100 segundos. Em 2021 e 2022, permaneceram na mesma marca, mas em 2023 foram adiantados para 90 segundos, onde permaneceram em 2024, até diminuir um segundo em 2025 e, agora, voltar a se aproximar da meia-noite.

Em 1991, com o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos e a União Soviética assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start), o primeiro a prever cortes profundos nos arsenais de armas nucleares estratégicas de ambos os países.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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