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15 de abril de 2026

EUA: a relação entre uma empresa bananeira dos anos 1950 e as políticas de Trump para Venezuela, Groenlândia e Irã

EUA: a relação entre uma empresa bananeira dos anos 1950 e as políticas de Trump para Venezuela, Groenlândia e Irã

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Fotografia em preto e branco de membros do Exército da Libertação apontando armas para uma efígie acorrentada do presidente guatemalteco Jacobo Árbenz, apoiado sobre um veículo militar com um cartaz dizendo 'Estão me chamando da Rússia com [meu predecessor, Juan José] Arévalo'.

Crédito, Bettmann Archive via Getty Images

Legenda da foto, Em 1954, o Exército de Libertação da CIA retratava o então presidente da Guatemala, Jacobo Árbenz, como uma marionete da União Soviética

    • Author, Programa “The Long Way”, da BBC Rádio 4, e Jornalismo Global da BBC
  • Tempo de leitura: 8 min

Em 1954, a empresa United Fruit Company (UFC) convenceu o presidente americano Dwight D. Eisenhower (1890-1969) a derrubar o presidente democraticamente eleito da Guatemala, Jacobo Árbenz (1913-1971).

O golpe na Guatemala contou com o apoio da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA, na sigla em inglês) e foi precipitado por uma poderosa multinacional americana, que ganhou a maior parte do seu dinheiro vendendo bananas.

“A companhia era tão poderosa na Guatemala e nos países vizinhos que recebeu o apelido de ‘polvo’, pois seus tentáculos estavam por toda parte”, conta Grace Livingstone, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Com sede em Boston, no Estado americano de Massachusetts, a UFC não tinha laços oficiais com o governo Eisenhower.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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