11:39 AM
13 de fevereiro de 2026

Corpo do cão Orelha é exumado e caso ganha nova perícia

Corpo do cão Orelha é exumado e caso ganha nova perícia

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O corpo do cão Orelha, morto em janeiro após um caso de agressão que gerou repercussão nacional, foi exumado em Florianópolis. A nova perícia, conduzida pela Polícia Científica de Santa Catarina, deve trazer esclarecimentos adicionais sobre as circunstâncias da morte do animal.

A medida foi solicitada pelo Ministério Público de Santa Catarina, que determinou novas diligências para aprofundar a investigação. Entre os pedidos estão a exumação do corpo e a coleta de novos depoimentos. A 2ª Promotoria de Justiça também quer apurar se houve algum tipo de coação durante o andamento do caso.

Segundo apuração local, o prazo para a conclusão do novo laudo pericial pode levar cerca de dez dias ou mais. O sigilo imposto à investigação pode influenciar na data de divulgação dos resultados. Até o momento, não há ação penal proposta, e o processo segue em fase de apuração.

O caso ganhou grande repercussão após Orelha, conhecido como cão comunitário da Praia Brava, ser brutalmente agredido no dia 4 de janeiro. O animal foi resgatado e levado para atendimento veterinário, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 5.

A comoção tomou conta de Santa Catarina e se espalhou pelo país. Um adolescente foi indiciado por ato infracional análogo a crime de maus-tratos contra o animal. O processo tramita sob sigilo, já que envolve menores de idade.

Além de Orelha, outros cães da região também teriam sido alvo de agressões. Entre eles estão Caramelo, posteriormente adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, e Caramela, adotada pelo empresário Bruno Ducatti.

Outro animal ligado ao caso foi Pretinha, que não apresentava relatos de agressão, mas enfrentava uma doença grave. Ela morreu na última segunda-feira após complicações no tratamento veterinário.
 

Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha

O Ministério Público disse que identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração “da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”

Agência Brasil | 18:00 – 11/02/2026

 
 



Fonte. .Noticias ao Minuto

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