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13 de fevereiro de 2026

Miracolo | VEJA SÃO PAULO

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Resenha por Larissa Zapata

Com mais de 25 anos de história em Paraty (RJ), a Miracolo, fundada pelo sorveteiro italiano Roberto Belia e tocada com o empresário Sandi Adamiu, abriu, em setembro, a primeira loja fora da cidade de origem. A imponente flagship na Alameda Lorena tem projeto do Coletivo de Arquitetos. A proposta integra arte ao espaço, que na entrada exibe um teto pintado por Aécio Sarti, inspirado nos querubins do logotipo, e uma obra em exposição que muda periodicamente — no começo de janeiro, exibia-se uma peça de Di Cavalcanti, e desde o dia 17, é a obra Naïve #32, de Gabriel Wickbold, que embeleza o ambiente. O estabelecimento reúne ainda uma curadoria de litogravuras centenárias, algumas com frutas tropicais que dialogam com os sorvetes produzidos pela unidade. O cardápio reúne 36 sabores, divididos em três vitrines: clássicos como pistache e chocolate; criações autorais e sazonais; e uma linha de frutas com água, sem lactose, açúcar adicionado ou glúten. Entre as receitas, assinadas por Belia, estão tangerina, macaron de pistache e o recém-chegado — e azedinho — maçã verde. Na casquinha produzida na casa, vale provar também o de Gabriela, a tradicional cachaça de Paraty com cravo e canela, que tem toque de álcool suave e cremosidade ideal, e o de parmesão, outra pedida interessante, de toque salgado, que merece a colherada. Simpáticos, os atendentes explicam cada receita e oferecem provinhas. Para as crianças, o mar azul, de baunilha e spirulina, é uma escolha docinha e chamativa visualmente. Outras opções são o banoffee, que traz o gostinho da banana e tem textura sedosa, o caramelo salgado, com calda misturada ao toque de sal, e o chocolate Dubai, com pedacinhos de macarrão cabelo de anjo cru que oferecem uma crocância. Os preços variam entre R$ 22,00 (pequeno) e R$ 33,00 (grande).

Informações checadas em fevereiro de 2026.



Fonte.: Veja SP Abril

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