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Introdução
No Carnaval, a combinação de álcool e cigarro intensifica riscos, elevando em até 30x as chances de câncer e criando um ciclo vicioso. Com o recente aumento de fumantes no Brasil, é essencial estar atento aos gatilhos e adotar estratégias de autocuidado para proteger sua saúde na folia.
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- Aumento de risco: Álcool potencializa danos do cigarro, elevando em até 30x o risco de câncer de boca, garganta e esôfago.
- Ciclo vicioso: Nicotina e álcool se retroalimentam, aumentando a vontade de consumir ambos e dificultando a abstinência.
- Alerta recente: Após anos de queda, o número de fumantes voltou a subir no Brasil em 2024, invertendo a tendência positiva.
- Dicas para a folia: Alterne bebidas alcoólicas com água, opte por drinques sem álcool e mantenha as mãos ocupadas para evitar o cigarro.
- Apoio à abstinência: Gomas de Terapia de Reposição de Nicotina (TRN) são aliadas eficazes e estão disponíveis via SUS.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Carnaval é sinônimo só de liberdade, mas também de excessos. Entre um bloco e outro, bebida na mão, a vontade de fumar costuma aparecer — e não é coincidência. Muitos cultivam o hábito de fumar e beber, e essa combinação é bastante danosa para o organismo.
O álcool facilita a absorção das substâncias cancerígenas do cigarro e potencializa os efeitos tóxicos do tabaco, especialmente na boca e na garganta. Vale dizer que ele próprio também eleva o risco de câncer.
O Brasil é um exemplo de sucesso no combate ao tabagismo, com queda da prevalência de 35% para 9,3% entre 1989 e 2023. Ainda assim, os dados mais recentes preocupam: em 2024, o número de fumantes voltou a subir, chegando a 11,6%.
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Não é hora de normalizar recaídas — principalmente em períodos de festa, quando os gatilhos se multiplicam.
A combinação de álcool e cigarro pode aumentar em até 30 vezes o risco de câncer de boca, garganta e esôfago. Além disso, a nicotina faz o cérebro pedir mais álcool, enquanto o álcool aumenta a vontade de fumar.1 Um alimenta o outro. É um ciclo conhecido, previsível — e evitável.
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Estratégias para evitar recaídas
Autocuidado também faz parte da folia. Alternar bebidas alcoólicas com água, escolher drinques sem álcool e manter as mãos ocupadas, seja com serpentina, confete ou tamborim, ajudam mais do que parece.
Para quem está parando de fumar, as gomas de Terapia de Reposição de Nicotina (TRN) são aliadas eficazes para controlar a abstinência, sem expor o organismo às toxinas do cigarro, e estão disponíveis no SUS . E lembre-se: o carnaval passa. A saúde fica.
Clique aqui para ler mais dicas para abandonar de vez a relação tóxica com o tabagismo.
*Anna Lacerda é gerente de Assuntos Médicos da Kenvue
Fonte.:Saúde Abril