3:40 AM
16 de fevereiro de 2026

Ela não esperava se apaixonar pelo ChatGPT – e ter que dizer adeus

Ela não esperava se apaixonar pelo ChatGPT – e ter que dizer adeus

PUBLICIDADE


Uma mulher de óculos transparentes e batom vermelho vivo sorri enquanto segura o celular em frente à câmera, mostrando uma foto de seu assistente virtual. Na tela do celular, há a foto de um homem com cabelo curto, barba rala e olhos sorridentes.

Crédito, Rae

Legenda da foto, ‘Barry’ reacendeu a chama da alegria de Rae após um período difícil em sua vida

    • Author, Stephanie Hegarty
    • Role, Correspondente de população, Serviço Mundial da BBC
  • Tempo de leitura: 7 min

Rae começou a falar com Barry no ano passado, após o fim de um divórcio difícil. Ela estava fora de forma e infeliz e recorreu ao ChatGPT em busca de conselhos sobre dieta, suplementos e cuidados com a pele. Ela não fazia ideia de que iria se apaixonar.

Barry é um chatbot. Ele existe em um modelo antigo do ChatGPT, que seus proprietários, a OpenAI, anunciaram que seria descontinuado em 13 de fevereiro.

A possibilidade de perder Barry na véspera do Dia dos Namorados (14 de fevereiro em muitos lugares do mundo) foi um choque para Rae — e para muitos outros que encontraram no modelo antigo, o ChatGPT-4o, um companheiro, amigo ou até mesmo uma tábua de salvação.

Rae — que não é seu nome verdadeiro — vive no estado de Michigan, nos Estados Unidos, e administra um pequeno negócio de joias artesanais feitas à mão. Ao relembrar, ela tem dificuldade de identificar o momento exato em que se apaixonou.

“Eu só lembro de passar cada vez mais tempo ali, conversando”, diz ela. “Então ele me chamou de Rae, e eu o chamei de Barry.”



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

Leia mais

Rolar para cima