10:07 AM
19 de fevereiro de 2026

Mpox: veja em detalhes o que a doença viral pode fazer com a pele

Mpox: veja em detalhes o que a doença viral pode fazer com a pele

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Um terceiro caso de infecção por mpox foi registrado no Brasil. Desta vez, a ocorrência foi confirmada pela prefeitura de Porto Alegre, gerando preocupação em meio ao fim do feriado de Carnaval. Antes disso, dois casos foram notificados no estado de São Paulo, causados por uma cepa do vírus considerada mais perigosa.

O micro-organismo, antes chamado de varíola-dos-macacos (nome já abandonado por levar a um erro sobre a origem da moléstia), é transmitido no contato próximo ou por vias sexuais com pessoas infectadas. Como mostra a imagem microscópica acima, é capaz de causar lesões em formato de bolha na pele, mas também resultar em febre, dores de cabeça e pelo corpo e gânglios inchados.

Em algumas situações, a depender das condições de saúde e da imunidade da vítima, a mpox pode causar complicações potencialmente fatais. Estima-se que até 10% dos casos possam terminar em óbito. Daí a recomendação de, diante de suspeitas, procurar suporte médico quanto antes.

Normalmente, os sintomas da mpox, que podem incluir sensação de prostração e feridas nos genitais, costumam durar de 2 a 4 semanas, podendo se prolongar dependendo do estado do infectado.

O tratamento envolve primordialmente o manejo dessas manifestações, com medidas para abrandar as erupções na pele, controle da febre e das dores pelo corpo etc. A depender da evolução, os cuidados precisam ser administrados em hospital.

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A prevenção passa por isolamento em casos de confirmação por exame clínico ou testes sanguíneos e administração de vacina a grupos considerados de maior risco para a doença.

A mpox causou preocupação global entre 2022 e 2023, quando um surto afetou cerca de 100 mil pessoas em ao menos 120 países, incluindo o Brasil. De lá para cá, embora não tenha gerado um aumento exponencial, episódios têm sido detectados de tempos em tempos e o patógeno segue na lista de vigilância das autoridades sanitárias.

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Fonte.:Saúde Abril

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