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21 de fevereiro de 2026

Reforma trabalhista de Milei: proposta de jornada diária de até 12h e salário em moeda estrangeira gera greves e protestos na Argentina

Reforma trabalhista de Milei: proposta de jornada diária de até 12h e salário em moeda estrangeira gera greves e protestos na Argentina

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Operários confeccionam ternos na fábrica de roupas formais argentina "Confecciones Semana S.A.", em Buenos Aires, no dia 10 de fevereiro de 2026.

Crédito, AFP vía Getty Images

Legenda da foto, Na Argentina, existe um amplo consenso de que uma reforma trabalhista é necessária

    • Author, Ayelén Oliva
    • Role, BBC News Mundo

    • Author, Felipe Llambías
    • Role, BBC News Mundo
  • Tempo de leitura: 8 min

A Argentina está discutindo uma reforma trabalhista defendida pelo presidente Javier Milei, que pretende redefinir as condições de trabalho no país. Mas o assunto vem causando polêmica e polarização. O governo descreve a iniciativa como uma “modernização” das relações trabalhistas, enquanto críticos dizem que se trata de um grande retrocesso.

Na quinta-feira (19/2), a Câmara dos Deputados aprovou preliminarmente o projeto de lei, que já havia passado no Senado uma semana antes.

No entanto, um artigo polêmico sobre licença médica foi retirado pelo partido governista durante a votação na Câmara dos Deputados, o que significa que o projeto terá que retornar ao Senado para poder virar lei.

O debate de quinta-feira no Congresso ocorreu em meio a uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) — a principal central sindical do país — e manifestações na Praça dos Congressos, onde os deputados estavam reunidos.

Entre as propostas mais polêmicas estão a extensão da jornada de trabalho para um máximo de 12 horas, o cálculo da indenização por demissão e restrições na licença médica.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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