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28 de fevereiro de 2026

PokéPark: tudo sobre o novo parque de Pokémon ao lado de Tóquio

PokéPark: tudo sobre o novo parque de Pokémon ao lado de Tóquio

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Em fevereiro de 1996, o primeiro jogo de Pokémon para o console portátil Game Boy chegou ao mercado japonês, inaugurando um fenômeno global que sobreviveu às mudanças de gerações.

Trinta anos mais tarde, a franquia da Nintendo continua a conquistar as crianças de hoje e as do passado, já adultas, que agora têm uma opção para mergulhar de cabeça no mundo de Pikachu: o PokéPark Kanto, o primeiro parque temático dos “monstrinhos de bolso” a abrir em duas décadas – e uma iniciativa que, de forma inédita, promete ser permanente.

O novo projeto fica dentro do Yomiuriland, um tradicional parque temático na cidade de Inagi, dentro da conurbação que forma a megalópole de Tóquio. Localizado na região japonesa de Kanto, o nome do parque faz referência ao continente homônimo que existe no universo de Pokémon: é na Kanto fictícia que a jornada começa nos primeiros jogos lançados nos anos 1990, e também no anime e no mangá inspirados na criação de Satoshi Tajiri.

Confira alguns destaques do novo parque:

O que esperar do PokéPark Kanto

O parque tem duas áreas principais que lembram um mapa do jogo. Uma delas é a Pokémon Forest, uma trilha com relevo e túneis onde o visitante pode “encontrar” ao acaso monstrinhos interativos, como se estivesse passando por uma área selvagem onde eles são capturados nos games. A outra é a Sedge Town, uma “cidade” ao estilo daquelas encontradas na Kanto fictícia, onde ficam restaurantes e lojas com itens temáticos da franquia e até mesmo um Centro Pokémon onde você é atendido pela enfermeira Joy.

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Além da experiência imersiva, que inclui esculturas de 600 pokémons em “tamanho real”, o PokéPark tem outras atrações clássicas de um parque de diversões, como o Pika Pika Paradise, onde passageiros podem subir em “carrinhos” giratórios no formato do ratinho elétrico. Também há apresentações musicais temáticas com efeitos especiais e integração com o jogo para celular Pokémon Go, com a possibilidade de encontrar personagens difíceis de achar em outros lugares do mundo.

Apesar de ser um deleite para os fãs da franquia, também é recomendado moderar as expectativas: o parque não é tão grande assim, e quem já visitou sentiu falta de elementos que poderiam tornar a imersão ainda mais bacana, como atores que interagem em ambientes memoráveis da cidade, um ginásio Pokémon ou a réplica do laboratório do Professor Carvalho, que até existem no parque, mas são “vazios”. A enfermeira Joy chama tanto a atenção porque é uma das únicas atrações humanas na Sedge Town.

Serviço

Informações adicionais sobre o PokéPark podem ser encontradas no site oficial. Para quem deseja visitar, a dica é se planejar com grande antecedência: a primeira leva de bilhetes, disponibilizada entre janeiro e abril, já está totalmente esgotada. A venda para pessoas fora do Japão é feita através deste link e há três categorias de ingresso:

  • Town Pass: a entrada é com hora marcada e não dá acesso à Pokémon Forest. Valores entre ¥ 4.700 e ¥ 5.500 (cerca de R$ 160 a R$ 185), dependendo do dia da semana.
  • Trainer’s Pass: é possível entrar a qualquer horário, mas a entrada na Pokémon Forest só pode ser feita uma vez e com hora marcada. Valores entre ¥ 7.900 e ¥ 9.400 (cerca de R$ 265 a R$ 315), dependendo do dia.
  • Ace Trainer’s Pass: é possível entrar a qualquer horário no parque e na Pokémon Forest, que também pode ser visitada mais de uma vez. Valores entre ¥ 14.000 e ¥ 16.500 (cerca de R$ 465 a R$ 550), dependendo do dia.
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Confira outras diferenças entre os bilhetes.

Iniciativas anteriores foram efêmeras

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Primeira versão de um PokéPark durou apenas seis meses em 2005 (Gnsin/Wikimedia Commons)

O PokéPark Kanto promete ser o primeiro parque temático permanente dedicado a Pokémon, mas não é uma ideia inédita. Em 2005, uma versão pioneira do PokéPark funcionou por seis meses na região de Nagoya, no Japão; no ano seguinte, por três meses, o parque itinerante se instalou em Taiwan. Na época, a ideia não foi adiante, e os fãs do universo dos pocket monsters precisaram esperar outros 20 anos até voltar a ter um parque temático dedicado à franquia.

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Fonte.:Viagen

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