Na reportagem de capa da edição de janeiro, mergulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais. Com a ascensão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos viciados como nunca e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo.
Para ter ideia, estudos mostram que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa e nas autoridades e mais na própria capacidade de discernir que mensagem é confiável ou não.
De acordo com uma pesquisa abordada na matéria, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores na enquete do mês, e o resultado é que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se arrependeram.

Palavra do leitor
Ótimo conteúdo! Combater a desinformação é primordial.
Eleonora, via Instagram, sobre a matéria As Mentiras do Dr. TikTok (ed. 523)
Excelente! Sou nutricionista e lido diariamente com pacientes que vêm com informações falsas que pegaram da internet.
Cristina Anile Lavechia, via Instagram, sobre a mesma reportagem
Assunto necessário! A confiança nos médicos está caindo, os custos para tratamentos cada vez mais altos e o resultado é esse aí, que está escancarado. Sem contar os médicos que estão mais preocupados com a mídia social do que com o atendimento…
Luly Correia Vuyk, via Instagram, sobre a mesma reportagem
A edição que fala sobre os dilemas da proteção solar foi perfeita. Eu estava bem desleixado com esses cuidados e fiz uma mudança decisiva. Comprei uma boina, e voltei a passar protetor solar de acordo com as recomendações da matéria, além de procurar evitar o sol nos períodos mais perigosos.
Thiago Henrique Carvalho Prudente Melo, por e-mail, sobre a matéria Os Dilemas da Proteção Solar (ed. 522)
VEJA e Cuide-se desmente mitos sobre o uso de testosterona

Nos últimos meses, nosso podcast VEJA e Cuide-se foi repaginado e estreou como um programa de TV no VEJA+, canal da Editora Abril disponível nas smart TVs das marcas Samsung, LG e TCL.
Cada episódio traz especialistas renomados para debater temas importantes em um formato dinâmico, esclarecendo dúvidas populares e trazendo informações amparadas em evidências científicas.
Em janeiro, foi ao ar um conteúdo especial sobre a testosterona, hormônio anabolizante que explodiu em popularidade. O problema é que muito desse uso é incorreto, e ela tem indicações bem específicas.
Por exemplo: a história de que mulheres têm “testosterona baixa” é furada, assim como a ideia de que dá para fazer um uso seguro pensando em ganhar massa muscular. O endocrinologista Alexandre Hohl, referência no assunto, é o convidado da vez. Confira abaixo:
Plantão dos vírus
Recentemente, o mundo foi pego de surpresa com um surto do vírus Nipah na Índia. Duas pessoas foram infectadas pelo patógeno, que é conhecido e temido por sua alta letalidade.
Ele até tem potencial para se espalhar, mas é uma situação bem diferente da covid-19, como explicamos na cobertura feita no site de VEJA SAÚDE. Também estamos de olho na gripe K, que chegou ao Brasil. Acompanhe tudo no portal.
Fonte.:Saúde Abril


