
A hemodiálise é um tratamento fundamental para pessoas com doença renal crônica em fase avançada — afinal, ela faz as vezes dos rins comprometidos. Mas é consenso que não deixar o problema chegar a esse nível é o melhor dos mundos para o indivíduo e o sistema de saúde. Até o planeta agradece quando se poupa esse recurso.
E isso pode ser feito quando se otimiza o tratamento do quadro renal e das doenças que o alimentam, como o diabetes tipo 2.
Pois uma pesquisa da IQVIA, encomendada pela AstraZeneca, constatou, após acompanhar 155 pacientes no SUS e suas respectivas emissões de dióxido de carbono — um dos gases por trás do aquecimento global —, que a geração de CO2 por indivíduos submetidos à diálise é expressivamente maior do que a das pessoas tratadas apenas com medicamentos, como os inibidores de SGLT2.
Ao postergar ou evitar que o cidadão dependa da máquina, esse tipo de remédio, fornecido pelo programa Farmácia Popular desde 2025, ajuda a melhorar a qualidade de vida dos pacientes renais — e a situação do meio ambiente.
+Leia também: Salve seus rins: como prevenir e controlar a doença renal crônica
Impacto em números
135 vezes maior
É a emissão de CO2 de um paciente em diálise em comparação com quem usa só remédios
6 mil kg de CO2
É quanto um indivíduo em hemodiálise pode gerar em um ano
172 mil brasileiros
Dependem da terapia renal substitutiva para sobreviver hoje
Fonte.:Saúde Abril


