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7 de abril de 2026

A China está vencendo uma corrida pela IA, os EUA outra — mas qualquer um dos dois pode conseguir dianteira

A China está vencendo uma corrida pela IA, os EUA outra — mas qualquer um dos dois pode conseguir dianteira

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Uma ilustração mostra um trabalhador com uma bandeira da China no peito operando um robô com a inscrição “Made in China” na parte frontal. Pequenas figuras humanas, sob uma bandeira dos EUA, aparecem dentro do “cérebro” do robô
Legenda da foto, Os Estados Unidos disputam com a China a liderança tecnológica, especialmente no campo da Inteligência Artificial (IA)

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Na segunda metade do século 20, a corrida pelo desenvolvimento de armas nucleares mobilizou algumas das mentes mais brilhantes dos Estados Unidos e da União Soviética.

É uma luta travada em laboratórios de pesquisa, campi universitários e escritórios de startups de ponta — acompanhada de perto por líderes de algumas das empresas mais valiosas do mundo e pelos mais altos níveis de governo. É um esforço que movimenta trilhões de dólares.

Cada um dos lados tem seus pontos fortes — algo que Nick Wright, pesquisador em neurociência cognitiva da University College London, no Reino Unido, resume como uma batalha entre “cérebros” e “corpos”. Os EUA tradicionalmente lideram nos chamados “cérebros” da IA: chatbots, microchips e grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês). Já a China tem se destacado no quesito “corpos” de IA: robôs — especialmente os robôs “humanoides”, que se parecem assustadoramente com pessoas.

Mas, agora, com ambos os lados empenhados em não deixar o rival assumir a liderança, essas vantagens podem não durar — e a corrida ainda deve passar por novas transformações nos próximos anos.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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