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15 de abril de 2026

Estatuto do paciente: as tragédias que nova regulação pretende evitar

Estatuto do paciente: as tragédias que nova regulação pretende evitar

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Foto de um bebê em uma cama de hospital com um homem beijando sua bochecha de um lado, e uma mulher, do outro.

Crédito, Arquivo pessoal

Legenda da foto, Roberta, com a filha Isabel, e o marido: falta de informação na gestação causou ‘uma catástrofe’

  • Tempo de leitura: 8 min

Isabel viveu por 1 ano e 13 dias, e quase metade da sua breve vida foi dentro de um hospital, entre idas e vindas. Sua mãe, a relações públicas Roberta Lopes Guizzo, de 44 anos, foi diagnosticada com diabetes durante a gestação e diz que não recebeu as informações necessárias para saber que, por isso, sua gravidez era de alto risco.

“Eu deveria ter sido enquadrada em protocolos de gestação de alto risco, mas não fui”, diz Roberta.

“O obstetra não seguiu nada do que estava escrito nos protocolos do Ministério da Saúde. Isso causou uma catástrofe.”

Segundo ela, por orientação da equipe médica, quando entrou em trabalho de parto, com quase 42 semanas de gestação, aguardou em casa até que chegasse o momento “certo” de ir para o hospital.

O ano era 2021, e o mundo estava trancado em casa devido à pandemia de covid-19. Por isso, essa foi a conduta recomendada pelos médicos para evitar uma exposição desnecessária no ambiente hospitalar, diz Roberta.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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