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22 de maio de 2026

Saiba quem são os participantes da 13ª temporada do MasterChef BR

Saiba quem são os participantes da 13ª temporada do MasterChef BR

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Número da sorte para muitos e também da Band, 13 é a quantidade de temporadas do MasterChef Brasil, o reality gastronômico mais longevo da TV. Pelo pouco que vi, essa edição deve empolgar os fãs. O motivo? O elenco de participantes, competitivos e muito divertidos, que promete gerar torcida, muita torcida em ano de Copa do Mundo.

Basta acompanhar a estreia nesta terça (26), a partir das 22h30 na tela da Band — o programa também é exibido na HBO Max e no Discovery Home & Health a partir de 29 de maio, sempre às sextas, às 20h30, e fica disponível no canal oficial no YouTube. A apresentação é dos jurados Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça, dirigidos pela talentosa Marisa Mestiço.

São 24 competidores de vários estados do país — revelei uma foto com todos eles na matéria que publiquei na Vejinha na sexta passada (leia aqui). Tem gente do Pará, de Santa Catarina, do Piauí, do Paraná… Entre eles, há até um engenheiro de Rondônia, que há mais de uma década mora do outro lado do globo, mais precisamente na Austrália. Tem também a influenciadora mineira Maria Antonia do Carmo, mais conhecida pelo perfil @ameliajanta, que arrebanhou mais de 220 000 seguidores com receitinhas simples e encantadoras, sempre ensinadas com uma dose de fina ironia.

Além de levar o disputado troféu para casa, o título dá direito ao valor de mais de 300 000 reais e, para quem quer realmente se aperfeiçoar, a uma bolsa de estudos no liceu gastronômico Le Cordon Bleu, que ainda oferece o curso de confeitaria para o segundo lugar. Tem ainda uma imersão em Lisboa a convite da Nomad para explorar os temperos e a cultura local na capital portuguesa. Da Havan, há um vale-compra no valor de 30 000 reais.

Antes de passar aos nomes e perfis, lembro que seis dos candidatos ao título de MasterChef Brasil serão eliminados nos dois primeiros episódios. Saiba quem são e o que fazem cada um deles:

Grupo de pessoas em um estúdio de culinária, metade vestindo uniformes de futebol amarelos e a outra metade vermelhos, aguardando instruções
Time amarelo (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Aline Oliveira, 46, dona de casa, Belo Horizonte (MG) A maternidade em primeiro lugar. Aline, que foi auditora e fotógrafa, deixou as duas profissões para focar na maternidade. Bem, os filhos cresceram e ela resolveu fazer o que mais gosta diante das telas: cozinhar. Entre outras particularidades, é determinada e dramática (não exatamente nessa ordem). Detalhe importante: ela se autointitula “drama queen”. Como os colegas, assegura que vai entrar com tudo na competição mais famosa do Brasil.

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Carla Araújo, 31, médica de família, Petrolina (PE)

O que a medicina tem a ver com culinária? É o que a baiana Carla, de Juazeiro, pretende demonstrar nos episódios caso consiga passar adiante. Médica de família, ela vive na vizinha Petrolina — o calorão é intenso nas duas cidades — conheço bem — o que faz da cozinha-estúdio um paraíso de temperatura. Essa região que junta Bahia e Pernambuco é conhecida pela produção de frutas e vinhos. Com personalidade forte, Carla promete não se intimidar em dividir opiniões com seus opositores.

Everaldo Akihyto, 27, consultor industrial, Castanhal (PA)

Uma culinária marcada pelos sabores nortistas é a promessa do representante do Pará. Não devem faltar tucupi, jambu e outras matérias-primas típicas em suas receitas. Em vez de mulheres, a inspiração vem dos cozinheiros da família, que tem origem também no Maranhão e no Japão — aliás, o concorrente que promete levar o jogo com bom humor, tem nome de imperador. Além da cozinha, Akihyto não dispensa um treino. Agora, é saber se ele é melhor de musculação ou de forno e fogão (no perfil dele no Instagram, ele divulga suplementos e conta causos de pescador).

Felipe Henrique Millk de Almeida, 23, farmacêutico, Cosmópolis (SP)

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São as frentes de atuação do farmacêutico paulista, que também cursou Engenharia Agronômica. Seu cardápio inclui judô e natação, além de desenho e pintura. Na cozinha mais cobiçada do Brasil, ele promete garra para conquistar o avental. Criado em um sítio em Arthur Nogueira (SP), ele pretende honrar a avó, responsável por memoráveis refeições de sua infância. Temporariamente, pausa o trabalho de pesquisa oncológica para a indústria de medicamentos.

Gabriel Gonçalves Bortolazi, 32, empresário, São Paulo (SP)

Economista de formação, é sócio de uma das maiores clínicas de transplante capilar de São Paulo. O paulistano criado na Zona Leste, além de atividades empresariais de sucesso, tem como hobby as viagens. Foi em uma delas que descobriu a paixão pela gastronomia. No programa, pretende demonstrar suas habilidades culinárias. Agora, é aguardar para saber se elas têm consistência para levá-lo ao título.

Seis pessoas, três homens e três mulheres, vestindo uniformes azuis com o logo
Time azul (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Gabriela Peixoto, 31, obstetra, Salvador (BA)

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Mais uma representante da área médica, a participante soteropolitana promete mostrar aos fãs do programa o que a cozinha do Nordeste tem de bom. Radicada em Aracaju e declarada sergipana de coração, tem como hiato na rotina dos plantões nos hospitais preparar a comida nas festas de família. Foi nesses encontros que diz ter ganhado tarimba para encarar a competição culinária. Ainda que temporariamente, o jaleco é deixado de lado e substituído pelo avental.

Giovana Julian Chaluppe, 25, publicitária, São Paulo (SP)

Formada em publicidade pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, iniciou carreira nos bastidores como social media. Agora, diante das câmeras, a paulistana nascida e criada na Penha (virou orgulho instantâneo do bairro) gosta de ensinar receitinhas tão simples como bisnaguinha com doce de leite. Está trilhando o caminho para virar influenciadora digital. Apetite não lhe falta para seguir adiante no programa. Para ela, a cozinha é um caminho sem volta.

Giovanni Trevisan, 31, engenheiro de produção, São Luís (MA)

Dono de uma empresa de embalagens, é conhecido pelo bom humor. Sua história de vida inclui ter morado nos Estados Unidos, onde agarrou paixão pelo futebol americano. Direto da capital do Maranhão, o ex-jogador garante que busca força para ser competitivo no esporte. No perfil que mantém nas redes sociais, costuma mostrar receitas que faz em casa, caso de massas italianas como o nhoque ao pesto. Mas será que simpatia e esportividade serão suficientes para garantir o avental de ingresso ao reality?

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Jéssica Cruz, 32, bombeira militar, Criciúma (SC)

Como ela se autodescreve, “metida a atriz, modelo, cozinheira, cantora e artesã”, não exatamente nessa ordem, essa catarinense é forte. Está acostumada a lidar com pressão e é a única mulher em sua turma de formação profissional. Atua como bombeira desde 2021 — não é de hoje que apaga incêndios. Além de publicar dicas de viagens, também mostra receitas que faz em casa. Resta descobrir se vai conquistar os jurados pelo estômago.

Jesuíno Donny Archanjo, 60, estilista, Americana (SP)

Veterano entre os participantes desta temporada, Jesuíno Doniseti Archanjo, ou Donny Archanjo, é estilista autodidata. Proprietário de um ateliê de vestidos de noivas, encara a competição no mundo da moda há mais de quatro décadas, sempre com o incentivo da esposa e dos filhos. A promessa do candidato é entregar pratos com acabamento refinado no visual e no paladar.

Cinco pessoas, três homens e duas mulheres, em fila, vestindo uniformes de futebol vermelhos com listras brancas, observam algo à esquerda. Eles estão em uma cozinha com pias de inox e uma tábua de corte de madeira em primeiro plano
Time vermelho (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)
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Júlia Pitzer, 31, gamer, Rio de Janeiro (RJ)

Com quase 220 000 seguidores no Instagram, a competidora carioca é fanática por videogames desde criancinha. Nas redes sociais, acrescentou outros temas favoritos como moda e comida. Algumas de suas dicas são muito simples como um pão com goiabada e queijo feito na airfryer. De cozinha será possível descobrir se ela entende. Mas de jogo e estratégia ela seguramente é craque.

Larissa Sankauskas, 22, montadora veicular, São Bernardo do Campo (SP)

Na linha de frente de uma montadora de automóveis, essa são-bernardense cursa Engenharia de Produção. Não esconde, porém, a paixão que sente pela cozinha desde pequena, quando via a mãe e a avó no fogão — foi com elas que deu os primeiros passos na cozinha. Como já enfrentou prazo rígido de uma linha de produção, ela acredita que a pressão na cozinha não vai abalá-la. E sonha com o avental chegando.

Marcelo Pereira, 24, estudante, Ipatinga (MG)

Ainda sem terminar o curso universitário de Jornalismo, o ipatinguense pretende divulgar sua cidade natal nesta seletiva do MasterChef. Fã de culinária, ele acompanha o reality desde 2014, um ano após a estreia. A conexão com a cozinha surgiu ainda na infância por influência de um dos avôs, apaixonado por pescaria e que se tornou uma referência para ele. E ambição não falta. Pretende fazer receitas criativas nessa temporada.

Maria Antônia do Carmo, 26, Ubá (MG)

No programa, ela vai ser apenas Maria. Mas muita gente a conhece via o perfil do Instagram @ameliajanta. Numa cozinha muito simples, a artista multifacetada — vocalista da banda de rock Varanda, poeta com livro publicado e ex-colunista de revista — se traduz como a “amadora-profissional” e conquistou mais de 220 000 seguidores baseada em Juiz de Fora, onde mora. Sempre com uma ironia refinada e aguda, ela vai construindo pratos ora simples, ora clássicos, ora com toques de refinamento. Essa vocação de cozinheira veio de uma das avós. Resta saber se ela vai jantar o MasterChef.

Maria Eduarda Lima, 21, designer de interiores, Mogi das Cruzes (SP)

Que desafio! Mais uma vez tem uma vegetariana no reality. A mogiana conta que começou a cozinhar com apenas 12 anos e desde então se tornou uma estudiosa do assunto. Também viu no fogão a forma de sanar um eventual problema: preparar as próprias refeições. Ex-atleta de beach tennis, espera encontrar a mesma adrenalina das competições nas provas do programa. A começar pela seletiva. Mariana Martinez, 27, diretora de arte, Curitiba (PR)

Foi uma demissão em massa que levou essa neta de espanhol criada em Marília (SP) a se mudar para o país do avô, onde virou fã da culinária mediterrânea. Em Valência, a publicitária paranaense se tornou gerente criativa de tecnologia em uma empresa britânica. Mas a cozinha nunca saiu de sua vida. Com a possível participação no reality, pretende transformar o mundo de forno e fogão em uma nova profissão. Seu cardápio é versátil e tem influência de vários países.

Matheus Monteiro, 27, caçador, Goiânia (GO)

Conhecido como Pinduca, o zootecnista, violeiro e instrutor de caça promete levar a cozinha caipira para o programa, assim como demonstrar a importância da origem dos alimentos. Nascido em Goiânia e educado no meio rural, tem traquejo para lidar com animais. Uma intenção no reality é desmistificar a caça — aprendeu com o avô que a atividade é um ato de respeito e o consumo consciente, ele, que sobreviveu a um ataque de um javali, no qual quase perdeu uma perna. Seu conceito culinário é “do mato ao prato”.

Nuri Eftekhari, 29, empresário, Campinas (SP)

Empresário do ramo imobiliário, é filho de iranianos seguidores da fé Bahá’í, surgida na antiga Pérsia (nome anterior do Irã). A admiração pela gastronomia pintou durante um intercâmbio em Israel, onde fez parte de um grupo de voluntários em cozinhas comunitárias. Talvez por isso, mesmo em casa, goste de fazer comida de panelão, como uma polenta que está nas redes. Também não esconde que tem espírito competitivo. Apesar de amador, se autodefine como um cozinheiro criativo.

Pablo Souza, 37, designer de calçados, Presidente Prudente (SP)

Ainda que não passe pela seletiva, o candidato não será esquecido. Com personalidade forte, não está tentando uma vaga para fazer amigos. Tem como único objetivo faturar o troféu. Ou seja, é obstinado e focado na vitória. Também não lhe falta ironia.

Seis participantes do MasterChef Brasil, três homens e três mulheres, em pé, lado a lado, vestindo uniformes verdes com o logo do programa. Eles olham para a direita, com expressões atentas, em uma cozinha profissional
Time verde (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Patric Gomes, 36, engenheiro ambiental, Porto Velho (RO)

Veio do outro lado do planeta. Embora tenha nascido em Porto Velho, o rondoniense caiu na estrada e imigrou para a Austrália há mais de uma década. Com pinta de cidadão do mundo, disputa o avental com fome de vitória. Portanto, se entrar, não será difícil fazer inimizades. Sonha com o prêmio e com a abertura de um bistrô. Parece que não lhe falta determinação.

Reinaldo Bockor, 47, biomédico, Canoinhas (SC)

Especialista em harmonização facial, o biomédico e cabeleireiro catarinense promete ser polêmico caso consiga uma vaga. Dono de um salão e clínica, é fissurado em estética e, no passado, enfrentou uma cirurgia bariátrica. De hobby, pretende transformar a cozinha em uma possível profissão. Quer se testar arrancando elogios dos jurados. A ver.

Rodrigo Quadros, 33, dentista, Teresina (PI)

A tentativa é trocar, ainda que durante as gravações que se estendem até junho, o trabalho em consultório pela cozinha mais nervosa do país. Acelerado, divertido e sem papas na língua, nasceu em Pedreiras, Maranhão, e adotou a capital do Piauí para residir. Traz na memória os sabores que conheceu em viagens por países da Europa, mas quer se concentrar na cozinha de sua memória que, além de carnes, inclui miúdos. Competitivo, deixa claro que veio para cantar, cozinhar e incomodar os adversários na busca pelo grande prêmio.

Taís Evaristo, 32, influencer, São Paulo (SP)

Outra competidora que entra no estúdio com torcida. Sim, a blogueira da Zona Leste paulistana tem mais de 210 000 seguidores. Preparem-se, se ela passar na peneira inicial, vai ter o team Taís. Na vida, fez de tudo um pouco. Foi maquiadora, bancária e hoje, atua como influenciadora digital, compartilha lifestyle (o próprio) e dá dicas de decoração. Além disso, encara no fogão o peso de ser a irmã mais velha. Como? Cozinhando para todos na casa dela. Essa experiência doméstica é que a impulsiona a ir buscar o troféu.

Victor Hugo Rezende da Silva, 18, estudante, Franca (SP)

O mais jovenzinho da turma, é recém-formado no ensino médio. Ainda está em busca de uma trajetória profissional e procura esse lugar no programa com a certeza de que pretende trabalhar com gastronomia. O MasterChef Brasil faz parte da vida desse filho de donos de um mercado no interior paulista — assiste ao programa desde a infância. Junto com o irmão mais velho, sempre brincou de repetir as provas que via na tela da Band. Ele acredita que sua criatividade, carisma e conhecimento podem levá-lo longe na disputa.

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Fonte.: Veja SP Abril

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