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12 de junho de 2026

Parque Ibirapuera ganhará dois empreendimentos gastronômicos

Parque Ibirapuera ganhará dois empreendimentos gastronômicos

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Desde a privatização do Parque Ibirapuera, as transformações por lá seguem em ritmo acelerado. As novidades incluem um espaço gastronômico sob a famosa Marquise, projetada por Oscar Niemeyer como um sinuoso pavilhão de 27 000 metros quadrados em meio à área verde.

Este era o último ponto disponível e, portanto, muito cobiçado para o food service, onde funcionou um restaurante aberto tempos depois da inauguração do Parque, em agosto de 1954, como Panamericano — chamou-se The Green de 1972 a 2015, quando foi despejado pela Prefeitura.

Interior de um restaurante moderno e espaçoso, com mesas de mármore e cadeiras de madeira e estofamento marrom. O teto tem vigas expostas e iluminação discreta. Ao fundo, uma parede branca exibe o nome MARQUISE RESTAURANTE em letras escuras, com uma silhueta de pássaro. À direita, uma parede de madeira escura com janelas redondas. À esquerda, grandes janelas de vidro revelam árvores verdes
Marquise e Boa Vida: novidades no Ibirapuera (Felipe Proto/Prototype/Divulgação)

Desocupado há quase uma década, o espaço de 600 metros quadrados está em reforma e será ocupado pelo Restaurante Marquise e pelo take away Boa Vida.

“Devemos abrir em outubro”, adianta o empresário Leo Sanchez, sócio de Eduardo “Papel” Vitale na Indústria de Entretenimento, dona do Selvagem, também no parque, e do Vista, na cobertura do Museu de Arte Contemporânea da USP, de frente para o Ibirapuera.

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Dois homens sorrindo, um com camisa preta e outro de terno, posam em uma varanda com vista noturna para uma cidade iluminada e avenidas movimentadas
Os empresários: Eduardo Vitale e Leo Sanchez (Rodolfo Regini/Arquivo Vista/Divulgação)

“São dois ambientes integrados por uma única cozinha”. Com fachada envidraçada, o salão é um projeto de Felipe Protti, da Prototype, que busca integrá-lo à bela paisagem que o circunda.

“Também foi fundamental a colaboração do H+F Arquitetos, que cuida para que toda a obra siga as corretas intervenções de um espaço tombado, de acordo com as normativas do Iphan, Compresp e Condephhat”, diz Sanchez.

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A assinatura culinária é de Jefferson Rueda, d’A Casa do Porco. Ainda em desenvolvimento, o menu proposto por Jeffinho tem como foco a cozinha de imigrante.

No Boa Vida, que abrirá a partir do café da manhã, a ideia é ter produtos pensados para consumo rápido, inclusive para quem treina ao redor. Haverá ainda cestas de piquenique, cachorros-quentes da lanchonete Hot Pork e três sabores gelados da Sorveteria do Centro, ambos negócios de Rueda.

Publicado em VEJA São Paulo de 12 de junho de 2026, edição nº 2999.

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Fonte.: Veja SP Abril

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