12:47 AM
13 de junho de 2026

Moela – Vila Mariana | VEJA SÃO PAULO

Moela – Vila Mariana | VEJA SÃO PAULO

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Resenha por Saulo Yassuda

Com unidade mais recente na Vila Mariana e matriz em Santa Cecília, o Moela surgiu em 2020 e, mesmo sem essa intenção, acabou liderando o movimento de renovação dos botecos na cidade — depois dele começaram a aparecer novos botequins atualizados. No ano de abertura e novamente em 2024, levou o prêmio COMER & BEBER de melhor de sua categoria. A experiência se desenrola principalmente na calçada, reformada em janeiro no caso da matriz, onde grupos se espalham por mesas altas e baixas, sentados ou de pé, enquanto esvaziam garrafas de 600 mililitros de cerveja, como a Corona (R$ 21,00). Os drinques também fazem sucesso, a exemplo do caju-amigo (R$ 38,00), e acompanham a extensa oferta de bolinhos, mais de uma dúzia, vendidos por unidade, o que costuma gerar indecisão na escolha. Da lista se destacam o bolinho de carne, rosado por dentro, com tutano (R$ 12,00) e o bolovo com capa de cordeiro desfiado, ovo cozido e molho de ervas para contrastar (R$ 25,00). Menos empolgante, a bolota de jiló (R$ 13,00), recheada com massa de linguiça e catupiry, decepciona pelo sabor quase sem graça. Nas porções frias, o vinagrete de feijão-fradinho (R$ 20,00) é servido na cumbuca para compartilhar. Como desdobramentos do Moela, os mesmos donos também abriram o Sururu, na Barra Funda, e o Zé Bolim, em Santa Cecília.

Informações checadas entre agosto e setembro de 2025.



Fonte.: Veja SP Abril

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