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30 de junho de 2026

MasterChef: episódio com língua de boi, dedo cortado e Fogaça ausente

MasterChef: episódio com língua de boi, dedo cortado e Fogaça ausente

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A primeira surpresa do sexto episódio do MasterChef Brasil para amadores que vai ao ar nesta terça na tela da Band é a ausência de Henrique Fogaça. O jurado precisou se ausentar por ter sofrido um acidente de moto sem consequências mais severas. Para dividir as avaliações com Erick Jacquin e Helena Rizzo, há dois convidados.

No primeiro bloco do programa, a vencedora do primeiro MasterChef Profissional Dayse Paparoto, do Paparoto Cucina, auxilia na avaliação dos pratos que serão preparados pelos quinze concorrentes, que terão de usar língua bovina, o ingrediente-bomba da caixa misteriosa.

É uma ralação só dominar a técnica para preparar esse miúdo de boi, que muita gente considera um corte nobre (eu faço parte desse grupo e não abro). O tempo de prova é apertado: 1h30.

Competidores do MasterChef Brasil, homens e mulheres de diversas etnias, em pé atrás de bancadas de madeira com o logo M em neon azul, no estúdio do programa
Caixas sobre as bancadas: língua de boi, o ingrediente-bomba (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Na eliminatória, quem entra em cena é Adriano Kanashiro, do Kureiji. O cozinheiro, pioneiro na fusão da culinária japonesa com ingredientes brasileiros, testa os concorrentes com o omo-raisu, ou omorice, prato de influência ocidental, a tal culinária yoshoku. Trata-se de uma omelete feita com arroz frito e coberta com ketchup na hora de servir. E cabe uma curiosidade. Os japoneses levaram a receita a Coreia do Sul e a Taiwan, onde ela ganhou vida própria. Parece moleza, né? Só que não. Quem não passar na prova, entrega o avental.

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Mulheres com aventais brancos preparam ingredientes em uma bancada cheia de potes e tigelas com grãos e temperos. Ao fundo, outras pessoas e prateleiras com frutas e vegetais frescos em um mercado ou supermercado
Mercado: competidores escolhem ingredientes no modo desespero (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

A tensão tomará conta da cozinha. Um dos mais panicados, Reinaldo, afirma que dá nervoso cozinhar algo que não sabe. De ouvido atento, Patric contesta o oponente, dizendo que já ouviu essa história antes, mas o biomédico sempre entrega. Há uma tréplica com uma dose ofídica, peculiar de Reinaldo: “claro, alguém precisa te puxar para o mezanino”, dando a entender que o colega não consegue se salvar sozinho.

Ainda na primeira prova, os chefs experimentam todos os pratos nas bancadas e chamam à frente apenas os destaques, sejam positivos ou negativos, aumentando a ansiedade.

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Competidores do MasterChef, usando aventais brancos, levantam os braços em comemoração ou instrução, em uma cozinha profissional com bancadas de madeira e metal, panelas e pratos prontos. Ao fundo, o logo do programa.
Para tudo: fim da primeira prova (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

O vencedor do primeiro round terá a oportunidade de escolher duas pessoas – com exceção dos destaques negativos – para se livrar da etapa eliminatória. Jacquin cobra uma fofoca de Rodrigo e o aspirante ao troféu sai pela tangente, elogiando Aline, “uma das melhores participantes da edição”. Está se revelando uma das mais fortes competidoras.

Vai ter sangue na bancada e de verdade. Um dos participantes corta o dedo ao limpar a faca. Mais um episódio que promete.

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O reality pode ser visto também na plataforma de streaming HBO Max e no canal pago Discovery Home & Health sempre às sextas-feiras, às 20h30. Também é possível assistir ao programa no canal oficial no YouTube.

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Fonte.: Veja SP Abril

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