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24 de julho de 2026

Matria questiona políticas de gênero no STF

Matria questiona políticas de gênero no STF

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A associação Matria atua hoje em Brasília e nos tribunais para defender os direitos das mulheres baseados no sexo biológico. O grupo surgiu para dar voz a pensamentos divergentes sobre o uso de banheiros femininos por pessoas trans e a paridade de oportunidades nos esportes.

Como surgiu a Matria e qual o seu principal objetivo?

Fundada em 2023, a Matria surgiu após discussões no STF sobre o uso de banheiros femininos por pessoas trans. O objetivo da associação é representar mulheres que se sentem excluídas dos debates públicos sobre políticas de gênero e garantir que decisões em áreas como saúde, esportes e educação levem em conta os direitos das mulheres biológicas.

Quais são as frentes de atuação da associação nos três Poderes?

A associação atua no Executivo, Legislativo e Judiciário. Recentemente, protocolou no STF uma ação que questiona a substituição do critério de sexo pelo de identidade de gênero nas cotas eleitorais. No esporte, defende leis que impedem a participação de atletas trans em categorias femininas, buscando manter a igualdade física nas competições.

O que é amicus curiae e como a Matria utiliza esse recurso?

Amicus curiae significa ‘amigo da corte’. É quando uma organização que não faz parte de um processo pede para oferecer informações técnicas aos juízes antes de uma decisão. A Matria conseguiu ingressar nesse papel em processos judiciais para levar o ponto de vista de profissionais como médicas, psicólogas e advogadas aos magistrados.