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28 de julho de 2026

“Cabeça fria, ‘diplomacia zen’ e nada de bate-boca público. Lula poderia seguir o exemplo de Cláudia Scheinbaum na relação com Trump”, sugere analista mexicana

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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (à esquerda), e a presidente do México, Claudia Sheinbaum, participam da IX Cúpula dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), em abril de 2025

Crédito, AFP via Getty Images

Legenda da foto, Lula e a presidente do México, Claudia Sheinbaum

    • Author, Marcia Carmo
    • Role, De Buenos Aires para a BBC News Brasil
  • Published

  • Tempo de leitura: 15 min

A América Latina está vivendo uma “onda azul” com as eleições presidenciais recentes vencidas pela direita radical na Argentina, na Colômbia, no Peru, entre outros países da região.

A definição é uma espécie de contraponto à “onda rosa” de governos de esquerda no início do século 21 nos países latino-americanos.

O termo “onda azul” foi usado pelo presidente argentino Javier Milei durante visita, em junho deste ano, do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a Buenos Aires. “Vem aí a onda azul pelas mãos de Flávio Bolsonaro”, escreveu o argentino em suas redes sociais em claro apoio à campanha do candidato ao Palácio do Planalto.

A “onda azul” se refere a uma suposta tendência de sucesso nas urnas protagonizado por presidentes da direita radical que admiram e apoiam o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e quando, ao mesmo tempo, ele declara seu voto e respaldo aos políticos desta linha ideológica.

Foi assim na reta final da corrida eleitoral na Colômbia, por exemplo, quando Trump anunciou apoio a Abelardo de la Espriella, que foi eleito e tomará posse no dia sete de agosto.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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