2:07 AM
30 de agosto de 2025

Alvo de operação, empresário e esposa se pronunciam após ação contra comércio de roupas falsificadas

Alvo de operação, empresário e esposa se pronunciam após ação contra comércio de roupas falsificadas

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A Operação Marca Registrada, deflagrada pela Polícia Civil na quinta-feira (28), gerou grande repercussão em Cuiabá e Várzea Grande ao mirar seis estabelecimentos suspeitos de comercializar roupas e acessórios de grifes falsificadas. Entre os alvos, está a loja Rei dos Panos em Cuiabá, de propriedade do empresário Erison Coutinho, marido da influenciadora digital Lili Vasconcelos.

Por meio de vídeo pelas redes sociais,  Erison contestou a operação e lamentou os impactos para seus negócios. Segundo o empresário, parte de suas mercadoria foi apreendida durante uma fiscalização realizada por agentes da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e da Receita Federal.

Segundo ele, as lojas sempre funcionaram dentro da legalidade.“Aqui tem muita nota fiscal. Todas as minhas mercadorias que eu tenho nas duas lojas têm nota, paga imposto de tudo. O governo está levando a parte dele, recebendo os impostos tudinho, e ainda não deixa nós trabalhar. Tá fácil não”, declarou o empresário em um vídeo.

A influenciadora Lili Vasconcelos também se manifestou, visivelmente emocionada. Em uma publicação nos stories, ela apareceu chorando e criticou a forma como a operação foi conduzida. “Trabalhador não tem um minuto de paz. A gente luta, rala, faz de tudo, e mesmo assim vem uma situação dessas para tentar destruir o nosso sustento”, afirmou.

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De acordo com a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), a operação teve como objetivo reprimir a venda de produtos falsificados de marcas nacionais e internacionais, como camisas, calçados e acessórios. Os itens eram comercializados a preços bem abaixo do praticado no mercado, o que levantou suspeitas de falsificação.

Durante o cumprimento dos mandados, diversos produtos foram apreendidos para perícia. Após decisão judicial, as peças que não forem destruídas deverão ser destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social, instituições de acolhimento de idosos e centros de convivência de todo o Mato Grosso.

Nas redes sociais, clientes e seguidores da influenciadora dividiram opiniões. Enquanto alguns prestaram apoio, defendendo que a família é trabalhadora, outros lembraram que falsificação é crime previsto em lei e causa prejuízos às marcas e ao comércio formal.

O empresário, no entanto, reforçou que não aceita ser tratado como criminoso. “A gente só quer trabalhar, crescer, dar emprego. Mas parece que isso não vale nada. O que estão fazendo com a gente é injustiça”, concluiu Erison.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que os proprietários das empresas envolvidas poderão responder pelos crimes de concorrência desleal, receptação qualificada e crime contra as relações de consumo.





Fonte.: MT MAIS

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