A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) contabiliza 22 palanques estaduais confirmados para o senador, o que seria uma amostra da solidez da candidatura. Nesta altura da campanha, em 2022, eram dez para Jair Bolsonaro (PL).
O esforço agora é para definir palanques nos estados que faltam. O caso mais crítico é Minas Gerais, onde o governador Mateus Simões (PSD) apoiará Romeu Zema (Novo), enquanto Rodrigo Pacheco (PSB) representará Lula (PT).
Na semana passada, o PL filiou o empresário Flávio Roscoe, que pode ser uma alternativa para o presidenciável, mas ele ainda precisa se viabilizar eleitoralmente. Também há a possibilidade de aliança com o senador Cleitinho (Republicanos).
Outro local problemático é Pernambuco, onde os dois candidatos principais, João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), são aliados de Lula. Há dificuldades ainda no Piauí, Maranhão e Amapá.
No caso piauiense, ainda não se sabe quem o senador Ciro Nogueira lançará para tentar bater o favorito Rafael Fonteles (PT).
Já o Maranhão vive um racha entre os grupos do governador Carlos Brandão (sem partido) e de seu vice, Felipe Camarão (PT), mas ambos são lulistas. A direita está representada por Lahesio Bonfim, do Novo, que apoia Zema. Uma possibilidade para Flavio seria aliar-se a Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís.
No Amapá, o líder nas pesquisas é Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, mas que ainda faz mistério sobre quem apoiará. O atual governador, Clécio Luís (União Brasil), é aliado do senador Davi Alcolumbre (União Brasil), que é próximo de Lula.
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Fonte.:Folha de S.Paulo


