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7 de abril de 2026

Como levar vinho no avião: conheça as regras dentro e fora do Brasil

Como levar vinho no avião: conheça as regras dentro e fora do Brasil

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Após uma viagem para um destino famoso por seus vinhos, seja a Itália, a Argentina, o Chile ou mesmo a Serra Gaúcha, é comum querer levar parte da experiência enóloga para casa. É nessa hora que surge a dúvida: quais as regras para transportar garrafas de vinho no avião? É possível carregar na bagagem de mão? Existem limites? A situação muda se o voo é doméstico ou internacional? Entenda as regras para não lidar com imprevistos na hora do embarque:

Como trazer vinho de volta para o Brasil

Em geral, a principal maneira de transportar garrafas de vinho em voos internacionais é através da bagagem despachada, em função das regras em torno do embarque de líquidos na mala de mão, ainda limitados a recipientes de 100 ml em grande parte do mundo.

Mas há situações específicas: vinhos adquiridos nos free shops após passar pelos procedimentos de segurança, devidamente lacrados em sacolas específicas para isso (as chamadas STEB bags, embalagens transparentes e invioláveis para líquidos, aerossóis e géis comprados em lojas duty-free), podem ser levados na bagagem de mão, desde que respeitados os limites de volume e peso para itens na cabine.

Alguns países também têm regras diferenciadas que flexibilizam um pouco o processo. Em voos diretos saindo da Argentina, por exemplo, é possível levar até 5 litros de vinho (o equivalente a 6 garrafas de tamanho padão de 750 ml) na cabine, inclusive se compradas antes de passar pela segurança. É preciso, no entanto, ter mais de 18 anos e nenhuma garrafa pode ser aberta durante a viagem.

Antes de viajar, confira as regras do país que você visitou e da companhia aérea utilizada para garantir se não há outras especificidades.

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Limites para entrada no Brasil

Independentemente do local de origem ou se o vinho veio na cabine ou despachado, as regras alfandegárias não mudam ao desembarcar no Brasil: atualmente, o limite para isenção é de 12 litros de vinho (equivalente a 16 garrafas de 750 ml), no valor de US$ 1 mil. Caso qualquer uma dessas cotas seja superada, é preciso declarar as garrafas e pagar as taxas de importação correspondentes.

Viagens domésticas têm mais flexibilidade

Para viagens dentro do Brasil, as regras para transporte de vinho são mais flexíveis. Atualmente, a regra para bebidas com teor alcoólico de até 24% (onde se enquadra o vinho, que costuma ficar na faixa dos 12% aos 16%) permite carregar uma quantidade ilimitada, sempre que respeitadas as seguintes normas:

  • o passageiro precisa ter mais de 18 anos
  • as embalagens não podem superar 1 litro cada
  • os contêineres devem vir lacrados de fábrica
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Nos voos domésticos, dá também para transportar o vinho na bagagem de mão, desde que respeitados os limites de peso e volume estabelecidos pela companhia aérea para itens levados na cabine.

Vale destacar, ainda, que as regras mudam conforme aumenta o teor alcoólico da bebida. Isso não é um problema para o vinho, mas é outro ponto de atenção caso você pretenda transportar mais mercadorias desse tipo: para bebidas com nível de álcool entre 24% e 70%, o limite é de 5 litros; já produtos com teor alcoólico acima de 70% não podem ser transportados no avião.

Veja mais dicas em Manual do Viajante

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Bares de vinho em São Paulo

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Fonte.:Viagen

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