9:46 AM
25 de fevereiro de 2026

Cozinhar com azeite faz mal? A ciência explica o que realmente acontece

Cozinhar com azeite faz mal? A ciência explica o que realmente acontece

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Presença constante nas saladas e símbolo da dieta mediterrânea, o azeite de oliva é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde. Ainda assim, uma questão resiste: o azeite pode ser aquecido sem perder suas propriedades ou se tornar prejudicial?

Essa polêmica, que há anos circula entre os lares brasileiros, ganhou uma resposta definitiva. A análise conduzida pela Gallo junto a especialistas reuniu evidências científicas que desmistificam o uso em ocasiões de aquecimento, como no preparo de refogados, grelhados e assados. Diferentes azeites do portfólio da marca foram aquecidos e tiveram seus indicadores analisados, como a presença de vitamina E e a estabilidade oxidativa.

O resultado foi claro: o Azeite de Oliva Gallo manteve o equilíbrio natural de suas gorduras boas e não ultrapassou limites seguros de oxidação, mesmo em temperaturas típicas do uso doméstico.

“O aquecimento do azeite de oliva, nas temperaturas comuns do preparo doméstico, preserva seu perfil de ácidos graxos, especialmente o ácido oleico, e mantém boa estabilidade oxidativa. Isso faz com que ele continue sendo uma gordura segura e adequada para o dia a dia”, explica Lara Natacci, nutricionista e Ph.D. pela Universidade de São Paulo (USP).

(Gallo/Divulgação)

Por que o azeite suporta o calor?

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De acordo com o teste, aliado ao olhar clínico de profissionais da saúde e da nutrição, o azeite de oliva mantém seu perfil lipídico e sua estabilidade oxidativa quando aquecido em temperaturas usuais de preparo doméstico — seja na panela, no forno ou na frigideira — sem formar substâncias indesejáveis para o organismo. Isso acontece por dois motivos principais:

  • Riqueza em gorduras monoinsaturadas (ácido oleico): o azeite é composto principalmente por esse tipo de gordura boa. Além de ser benéfica para a saúde e auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares, ela é mais resistente e não se degrada facilmente sob o calor.
  • Escudo protetor de antioxidantes: o azeite contém antioxidantes naturais que funcionam como um escudo, preservando o sabor, o aroma e os nutrientes. Essa combinação permite que ele vá para a panela, forno ou frigideira sem perder suas propriedades essenciais nem formar substâncias indesejáveis.
(Gallo/Divulgação)
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Um aliado da saúde em todas as temperaturas

Rico em compostos bioativos, o azeite de oliva é associado à redução de processos inflamatórios, à proteção celular contra o estresse oxidativo e ao controle do colesterol, fatores essenciais para a prevenção de doenças crônicas, como diabetes e problemas cardiovasculares.

Por isso, continua sendo o tipo de gordura mais recomendado por especialistas — tanto cru quanto aquecido.

“Para quem busca uma alimentação equilibrada, o azeite de oliva é um excelente aliado: trata-se de uma das melhores opções de gordura para o uso cotidiano, desde os preparos quentes até a finalização dos pratos, sendo recomendado, inclusive, como substituto dos óleos convencionais, manteigas e margarinas nos preparos do dia a dia”, afirma Maria Sandolene Carolino, nutricionista especializada em nutrição em nefrologia e pós-graduanda em nutrição em doenças crônicas não transmissíveis.

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Qual azeite escolher na hora de cozinhar

Todos os Azeites de Oliva Gallo são seguros e de alta qualidade, podendo ser utilizados em qualquer tipo de preparo. A diferença está no perfil de sabor e intensidade: o Azeite Extra Virgem Clássico é ideal para quem aprecia um sabor mais marcante, combinando bem com refogados, grelhados e assados; já o Azeite Tipo Único Suave é uma boa escolha para frituras e receitas que exigem longos períodos de cozimento e menos presença do sabor do azeite.

O Azeite Clássico traz um perfil equilibrado entre frutado, amargo e picante, com moderadas notas adocicadas. Já o Azeite Suave revela um sabor ligeiramente adocicado e frutado, com presença quase imperceptível de notas amargas e picantes, pensado para paladares mais sensíveis.

Independentemente da escolha, é importante optar por marcas com origem confiável e rigor no controle de qualidade — como a Gallo, que há mais de um século mantém padrões de pureza e é a marca de azeites portuguesa mais premiada do mundo.

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Gallo
(Gallo/Divulgação)

Dicas para o dia a dia na cozinha

Aproveitar o melhor do azeite no fogo é simples. Assim como qualquer gordura, ele deve ser utilizado em fogo moderado, evitando temperaturas excessivas. Caso seja reutilizado, o ideal é filtrá-lo antes para eliminar resíduos de alimentos e descartá-lo se houver mudança perceptível de aroma ou cor.

Segundo a chef Luísa Assumpção, o azeite pode estar presente em praticamente todos os tipos de preparo — refogados, salteados, grelhados, frituras e até sobremesas, como bolos e ganaches. “Ele substitui óleos, manteigas e margarinas, oferecendo mais sabor e nutrição às receitas”, explica.

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Calor sem medo, sabor com ciência

Mais do que um ingrediente versátil, o aze]]ite de oliva é um exemplo de como tradição e ciência se complementam. Estudos mostram que ele mantém estabilidade, sabor e valor nutricional mesmo aquecido, reforçando seu papel de melhor fonte de gordura para cozinhar com saúde e segurança. Na cozinha, a ciência confirma o que o paladar já sabia: o azeite pode — e deve — estar presente em todos os momentos, do fogão à mesa.

Saiba mais em www.gallo.com.br.

O que a análise mostrou

As conclusões do teste realizado com os Azeites de Oliva Gallo em condições reais de cozimento — incluindo refogados e frituras — indicam que:

– Nenhuma das amostras ultrapassou os limites seguros de oxidação, parâmetro que mede a degradação das gorduras sob calor.

– Os azeites mantiveram a estabilidade e o perfil de ácidos graxos, preservando nutrientes e antioxidantes naturais mesmo após o aquecimento.

– A análise reforça que o azeite de oliva é a gordura mais estável e segura para uso culinário entre as opções disponíveis no dia a dia.



Fonte.:Saúde Abril

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