7:36 PM
23 de abril de 2026

Debate na UFMG termina com agressão e gritos de “recua, fascista”

Debate na UFMG termina com agressão e gritos de “recua, fascista”

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Uma tentativa de debate em um espaço ao ar livre na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), terminou com empurrões, chutes e gritos de “recua, fascista”. O caso foi registrado na última quarta-feira (22), quando dois influenciadores desafiaram estudantes a “provar” que o presidente Lula (PT) seria “melhor para o Brasil” do que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, a universidade afirma que não foi notificada previamente e que “a gravação de conteúdo de cunho político” gerou “reações espontâneas por parte dos estudantes, o que culminou em um episódio de tensão e violência”.

Pelas redes sociais, o influenciador e pré-candidato a deputado estadual por São Paulo, Douglas Garcia (União), afirmou que sua intenção era promover um debate com os alunos. Para isso, ingressou na universidade com alguns assessores e com a advogada Marília Amaral, pré-candidata a deputada estadual por Minas Gerais e esposa do deputado federal Junio Amaral (PL-MG).

“Mas a Marília foi agredida e eu tive que defendê-la desses marmanjos que estavam indo pra cima de uma mulher”, disse. Em um dos vídeos publicados em sua página, Douglas aparece questionando um estudante após o tumulto. “Você diz defender as mulheres? Covarde!”.  

De acordo com Marília, a “confusão” ocorreu devido à “derrota” dos militantes na dinâmica proposta. Na ação, foi levado um cartaz em tamanho real do ex-presidente Jair Bolsonaro e lançado o desafio de um Pix no valor de R$ 500 para quem provasse que Lula seria melhor que Bolsonaro para o Brasil.

No entanto, nenhum estudante teria conseguido. “Não tem condição um ser humano ser tão sem argumento, tão raso, tão vazio como esses militantes”, afirmou Marilia. “E como eles tomaram uma surra no debate, responderam com a única linguagem que sabem, que é a linguagem da violência”, relatou em vídeo publicado após as agressões.

Estudantes da UFMG se manifestaram nas redes sociais usando camisetas com símbolo do comunismo

Pelas redes sociais do





Fonte.
Gazeta do Povo

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