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4 de maio de 2026

Estupro coletivo de crianças em SP: ‘Esses conteúdos são vendidos em grupos sem intervenção das plataformas’

Estupro coletivo de crianças em SP: ‘Esses conteúdos são vendidos em grupos sem intervenção das plataformas’

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Mãos segurando e operando celular

Crédito, Getty Images

  • Tempo de leitura: 7 min

Um estupro coletivo de duas crianças, de 7 e 10 anos, em São Paulo só chegou ao conhecimento das autoridades após as imagens do crime circularem nas redes sociais e a irmã de uma das vítimas reconhecê-la nas imagens.

Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, o caso evidencia o papel ambivalente das empresas de tecnologia que administram essas plataformas.

Ao mesmo tempo em que permitem a circulação de conteúdo ilegal, também podem contribuir para denúncia e mobilização, ajudando a expor crimes e a pressionar por investigação.

No caso do estupro coletivo em São Paulo, segundo a Polícia Civil, a irmã de uma vítima a identificou em um vídeo compartilhado na internet e procurou uma delegacia para registrar a ocorrência. O crime havia ocorrido três dias antes, em 21 de abril.

A polícia diz ter identificado então os suspeitos e feito as primeiras apreensões e prisões. Ao todo, sete pessoas são investigadas — quatro adolescentes já foram apreendidos, um quinto está foragido e um homem adulto foi preso na Bahia, de onde deve ser transferido para São Paulo.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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