
Além de símbolo do Brasil, sabia que a castanha-do-pará pode dar origem a uma farinha nutritiva?
Foi isso que concluíram experimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ao avaliar um preparo parcialmente desengordurado e o concentrado proteico dessa oleaginosa.
“Quando comparada à farinha de trigo convencional, além de 60% a mais de proteína, a farinha de castanha apresenta naturalmente maior quantidade de fibras, lipídios, carboidratos, aminoácidos e minerais, como o selênio”, destaca Ana Vânia Carvalho, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental.
A receita vem sendo testada em hambúrgueres e quibes plant-based, que já foram aprovados em testes de sabor e textura por consumidores.
“O passo seguinte é escalar esse trabalho para as indústrias”, diz Carvalho.
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As vantagens do produto
Opção nutritiva para dietas plant-based
A maioria dos consumidores busca alimentos saudáveis e com sua exploração baseada em práticas sustentáveis, caso dessa farinha.
Aproveitamento da biodiversidade amazônica
A farinha vem da torta, resultante da prensagem para a extração do óleo. Isso é feito em escala industrial e por comunidades da Região Norte.
Versatilidade culinária
Já foi usada com sucesso em hambúrgueres, quibes e proteína vegetal texturizada. Entre as receitas, a do quibe foi a mais aprovada.
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Fonte.:Saúde Abril


