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24 de março de 2026

Guerra do Irã: por que os países do Golfo alvo de mísseis não estão retaliando os ataques

Guerra do Irã: por que os países do Golfo alvo de mísseis não estão retaliando os ataques

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A fumaça que sobe de uma área próxima ao Aeroporto Internacional de Dubai é vista através do para-brisa de um veículo após um ataque de drone atingir um tanque de combustível. Em primeiro plano, um pôster da Emirates retratando uma comissária de bordo cobre quase toda a fachada de um prédio.

Crédito, Reuters

Legenda da foto, Desde o início da guerra, o Irã realizou ataques contra infraestrutura civil em países do Golfo, incluindo o aeroporto internacional de Dubai

    • Author, Luis Barrucho
    • Role, BBC World Service
  • Tempo de leitura: 7 min

Na semana passada, o Irã atacou o complexo de energia Ras Laffan no Catar, depois que Israel havia bombardeado South Pars no Irã — que integra o maior campo de gás natural do mundo.

Até o momento, o Catar e outros Estados do Golfo optaram por não retaliar contra o Irã depois de serem atacados repetidamente. Por que eles estão evitando retaliações e o que poderia mudar isso?

Alta vulnerabilidade, ganhos limitados

Quando os EUA e Israel lançaram sua campanha militar conjunta contra o Irã no dia 28 de fevereiro, Teerã imediatamente respondeu não apenas com ataques contra Israel mas também com bombardeios contra Estados do Golfo aliados dos americanos.

Bahrein, Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Omã e, em particular, os Emirados Árabes foram alvejados por Teerã. Além de ataques a bases militares americanas na região, autoridades do Golfo disseram que o Irã visou infraestrutura civil, incluindo aeroportos, hotéis, áreas residenciais e instalações de energia.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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