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21 de janeiro de 2026

Kempinski no Brasil: Alagoas e SP terão hotéis da rede – 21/01/2026 – Turismo

Kempinski no Brasil: Alagoas e SP terão hotéis da rede – 21/01/2026 – Turismo

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Enquanto toca a reforma do hotel Laje de Pedra, em Canela (RS), a rede de hotéis de luxo Kempinski já prepara sua expansão no Brasil. Além do empreendimento na Serra Gaúcha, que deve ser inaugurado no segundo semestre de 2027, a marca deve abrir uma segunda unidade no litoral sul de Alagoas, além de uma terceira em São Paulo.

As informações foram antecipadas à Folha por José Ernesto Marino Neto, hoteleiro de longa data e sócio da gestor da marca no Brasil. Segundo o executivo, a compra de uma fazenda à beira-mar, com um quilômetro de frente, já foi fechada para receber o empreendimento.

“Ainda existem muitos lugares paradisíacos pouco desbravados no Brasil, e este que compramos é um deles”, afirmou Neto. “Demorou, mas conseguimos encontrar esse local, com mil metros de praia, para que a gente consiga oferecer uma experiência exclusiva e especial aos nossos hóspedes.”

Neto disse ainda que a Kempinski também planeja abrir uma terceira unidade no Brasil, em São Paulo, onde a marca estuda três diferentes terrenos “entre a Paulista e o rio Pinheiros” para construir o empreendimento do zero. A ideia é que o projeto saia do papel até 2030.

“A cidade de São Paulo, mesmo com as inaugurações recentes e as que ainda estão por vir, ainda tem carência de oferta de hotelaria no seguimento de alto luxo”, diz Neto. “Isso acaba atraindo novas marcas, porque existe um mercado muito pujante.”

A chegada da rede Kempinski ao Brasil foi anunciada em agosto de 2021, logo depois da sociedade formada por Neto, a LDP Canela S/A, adquirir o Laje de Pedra, fechado durante a pandemia. Os outros sócios do negócio, que prevê mais de R$ 1 bilhão em investimentos, são José Paim de Andrade, fundador da incorporadora MaxHaus, e o arquiteto Márcio Carvalho.

Além de 156 quartos de hotel, novo Laje de Pedra também terá 195 apartamentos residenciais entre 54 m² e 216 m², vendidos sob o modelo de propriedade compartilhada —cada um deles pode ter até quatro donos, que se revezam no usufruto do imóvel.

Por enquanto, apenas uma parte do empreendimento já está aberta ao público. Ela inclui o restaurante, chamado 1835, o Bar do Laje, uma galeria de arte e um mirante para o vale do Quilombo.



Fonte.:Folha de S.Paulo

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