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21 de maio de 2026

Nova York: veja 11 passeios gratuitos ou quase – 20/05/2026 – Turismo

Nova York: veja 11 passeios gratuitos ou quase – 20/05/2026 – Turismo

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Até mesmo quem se criou em uma grande metrópole se sente um pouco como o Chico Bento, perdido na cidade grande, em meio a prédios com mais de meio quilômetro de altura e às mais de 400 estações de metrô de Nova York.

Há milhares de opções de tudo, e para todos os gostos –mas não para todos os bolsos, já que o título de capital financeira do mundo eleva os preços às alturas. Mas ainda é possível preencher alguns dias de viagem com as poucas opções gratuitas que a cidade oferece.

Veja a seguir algumas opções de passeios gratuitos ou bem baratinhos, ideais especialmente para uma primeira visita a Nova York.

Guggenheim

Desenhado por Frank Lloyd Wright e reconhecido como patrimônio Mundial pela Unesco, este museu propõe uma experiência diferente dos tradicionais ao expôr sua extensa e diversa coleção (que inclui Van Gogh, Picasso, Monet e Kandinsky) nas paredes de uma rampa em espiral que permite a apreciação das obras e do próprio movimento do museu de diferentes e inúmeros pontos de vista. Todas as terças e domingos, das 16h às 17h30, a entrada funciona no esquema “pague o que quiser”, a partir de US$ 1, mas para garantir, é importante fazer a reserva com antecedência no site do museu (guggenheim.org)

Times Square

Para sentir que realmente chegou à “selva de concreto onde os sonhos se tornam realidade” (como diz a letra de “Empire State Of Mind”, reproduzida à exaustão por ali), essa deve ser a sua primeira parada. Embora à noite as luzes dos painéis de LED tornem o lugar mais sedutor, quem tem pouco tempo deve ir durante a tarde, quando uma espécie de bilheteria coletiva dos teatros da Broadway vende ingressos de musicais com desconto.

Central Park

Por padrão, a grande maioria dos hotéis nova iorquinos não oferece café da manhã. É uma ótima desculpa para passar em uma deli (as lojinhas de conveniência), comprar um lanchinho e sair explorando o parque. Vale fazer um mini piquenique no gramado da área conhecida como Sheep Meadow, contemplar o lago a partir do Bethesda Terrace. O parque também abriga o Belvedere, um castelo que funciona como mirante, e o famoso mosaico em homenagem a John Lennon.

Roosevelt Island

Entre Manhattan e o Queens, essa ilha, que no passado já abrigou prisões e asilos, hoje tem um conjunto de parques pouco visitados que são um belíssimo mirante gratuito, com destaque para o prédio da ONU, projetado por Oscar Niemeyer e Le Corbusier. É interessante visitá-la pela manhã, quando o sol ilumina os prédios, e chegar e partir de teleférico e barca (US$ 2,90, ou R$ 15), que por si só já são um passeio panorâmico. Também vale levar um lanchinho para curtir o lugar sem pressa.

Biblioteca Pública

No Bryant Park, em Midtown, a biblioteca tem acesso gratuito e fica em um prédio icônico de 1911 que a coloca entre as mais bonitas do mundo. A imponente sala de leitura principal, por exemplo, tem pé direito de 15 metros, teto com detalhes em outro e janelões em arco, que faz lembrar os grandes salões de “Harry Potter”. É uma ótima opção para quem precisa fazer uma pausa para trabalhar, ler, ou simplesmente descansar um pouco entre um programa e outro.

High Line

Uma antiga linha férrea, o Minhocão novaiorquino difere do paulistano por ser mais um lugar de passagem do que um parque de fato, mas ainda assim vale muito a visita —tanto por ser grátis, quanto por ser o melhor caminho entre a região de Hudson Yards (muito visitada por conta do Vessel, um misto de monumento e mirante) ao Chelsea, onde ficam o famoso Chelsea Market, o Whitney Museum a Little Island.

Little Island

Depois que o furacão Sandy destruiu o píer 54, em 2012, seus antigos pilares de madeira passaram a sustentar esse inusitado e divertido parque. Suspenso sobre tulipas de concreto, ele dá aos visitantes a sensação de explorar um grande playground, com espaço para eventos gratuitos, gramados, trilhas e mirantes. Pertinho dali, o terraço do píer 57, com vista para a Little Island, é pouco visitado e também vale uma passadinha.

Whitney Museum

Instalado num edifício de concreto e aço projetado por Renzo Piano às margens do rio Hudson, este é o principal museu dedicado à arte americana do século 20 e 21. Seu acervo reúne mais de 25 mil obras de artistas como Edward Hopper, Georgia O’Keeffe e Jean-Michel Basquiat. Visitantes até 25 anos não pagam ingresso e, no segundo domingo do mês, todos entram de graça. Às sextas-feiras, das 17h às 22h, a entrada também funciona no esquema “pague o que quiser”. Em todos os casos, é recomendado fazer a reserva com antecedência no site do museu (whitney.org).

Ponte do Brooklyn

Também gratuito, é talvez a caminhada mais popular e cênica da cidade. São cerca de 2 km entre a prefeitura, em Manhattan, e a Washington Street, no Brooklyn, onde os turistas se amontoam para tirar a famosa foto com a Manhattan Bridge ao fundo, emoldurada pelos prédios de tijolinhos. A dica é fazer esse trajeto durante a tarde, a tempo de chegar ao Main Street Park, embaixo das pontes, para o crepúsculo –e assim, garantir fotos incríveis à luz do dia e à noite.

Balsas do rio East

Há uma outra balsa, paga (US$ 2,90, ou R$ 15), que parte do píer 11, pertinho de Wall Street, e sobe o rio East até a Rooselvelt Island e a rua 90. É uma opção panorâmica e involuntariamente turística ao metrô (que chega a ser claustrofóbico nos horários de pico) entre Manhattan, o Brooklyn e Williamsburg. De quebra, ainda rende ótimas fotos da ponte do Brooklyn.

Balsa para Staten Island

Outro bom passeio ao entardecer é embarcar na balsa que liga o sul Manhattan a Staten Island. O trajeto, gratuito, dura cerca de uma hora, ida e volta, e passa relativamente perto da estátua da Liberdade –revelando, inclusive, o quão pequena ela é. O barato do passeio é, realmente, contemplar o horizonte de Manhattan (aquele famoso dos filmes, com os prédios do Financial District), no ritmo meio lento da balsa, tanto de dia (na ida) quanto de noite (na volta).



Fonte.:Folha de S.Paulo

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