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Introdução
Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e outras entidades lançam guia para expandir a triagem auditiva neonatal no país.
- Menos da metade dos recém-nascidos fazem o “teste da orelhinha”, obrigatório por lei.
- Objetivo é atingir 70% de cobertura nacional o mais rápido possível
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Desde 2010, é obrigatório, por lei, realizar o “teste da orelhinha” em recém-nascidos. No entanto, menos da metade das crianças brasileiras passa por essa triagem — em 2025, foram apenas 46%.
Para acelerar a implantação do exame, o Ministério da Saúde, em parceria com entidades como a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), lançou o Guia para Realização da Triagem Auditiva Neonatal e Seguimento Assistencial.
“Agora temos orientações atualizadas sobre quais exames devem ser feitos para identificar se uma criança nasceu com alguma perda auditiva”, explica Doris Lewis, da SBFa.
O objetivo é chegar o mais rápido possível ao patamar de 70% dos bebês, levando equipamentos e treinando equipes de regiões afastadas e vulneráveis do país.
+ Leia também: Uma a cada mil crianças nasce surda ou com perda auditiva severa
Ouvir para prevenir
Entenda como são feitos os exames para flagrar o déficit:
Para agir rápido
A triagem auditiva neonatal visa identificar crianças que nasceram com perda auditiva e intervir precocemente.
Melhor período
Todo bebê deve passar pela triagem, preferencialmente, entre 24 e 48 horas após o nascimento.
Dá para ir atrás
Se o teste não foi feito no seu filho, procure uma unidade básica de saúde ou um pediatra para realizar.
Fáceis e tranquilos
Os exames são indolores e feitos com o bebê dormindo. Podem levar de poucos minutos a uma hora
Avaliação de risco
O teste de emissões otoacústicas é feito em bebês saudáveis, e o Bera naqueles que tiveram complicações.
Reteste
Em caso de alteração, o exame deve ser refeito para fechar ou descartar o diagnóstico.
+ Leia também: Perda auditiva avança em jovens e idosos e acende alerta
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Fonte.:Saúde Abril


