A Polícia Militar realiza uma operação para localizar o comerciante Marcelo Magalhães de Almeida, 31, desaparecido desde quinta-feira (16), em Carapicuíba, na Grande São Paulo.
Horas após o desaparecimento, o carro dele foi encontrado abandonado, e a última pessoa vista em sua companhia apresentou versões diferentes sobre o caso, segundo o boletim de ocorrência.
As buscas tiveram início no sábado (18) e continuam neste domingo (19). De acordo com a Polícia Militar, a operação está concentrada em uma área de mata da Sabesp, na rua Patrocínio Paulista, e conta com equipes do 33º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, do Canil do 5º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), apoio do Canil da Guarda Civil Municipal (GCM), drones e do helicóptero Águia, equipado com câmera de imagem térmica.
Segundo o boletim de ocorrência, o comerciante mora sozinho em um condomínio na estrada da Fazendinha. Câmeras de segurança registraram o momento em que ele deixou a residência dirigindo o próprio carro por volta das 20h30 de quinta-feira.
Cerca de 30 minutos depois, ele foi visto em um bar, também na estrada da Fazendinha, acompanhado de um homem conhecido como Fumaça. Conforme o registro policial, os dois consumiam bebidas no local e, pouco tempo depois, Marcelo teria deixado o estabelecimento sozinho.
O comerciante não foi mais visto. Às 22h50, o carro dele, um utilitário blindado branco, foi encontrado abandonado na rua das Andorinhas, na altura do número 100, em Carapicuíba.
De acordo com a investigação, um homem descrito como magro, alto, usando blusa preta, capuz azul, calça jeans clara e tênis branco estacionou o veículo e fugiu correndo.
Ainda segundo o boletim de ocorrência, um morador estranhou a situação e acionou a Polícia Militar. Com a chegada das equipes, policiais militares e familiares de Marcelo mexeram no interior do veículo antes da chegada da perícia da Polícia Civil.
O boletim também aponta que Fumaça, a última pessoa vista com Marcelo, apresentou pelo menos três versões diferentes sobre o desaparecimento do comerciante.
Fonte.:Folha de S.Paulo


