7:14 PM
20 de abril de 2026

Por que guerra no Irã virou um teste de resistência – e de tempo

Por que guerra no Irã virou um teste de resistência – e de tempo

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Um menino está em meio aos escombros de um prédio destruído, ao lado de um retrato do falecido líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, durante uma visita guiada organizada pelo grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, na área de Haret Hreik, nos subúrbios do sul de Beirute, em 20 de abril de 2026.

Crédito, Ibrahim AMRO / AFP via Getty Images

Legenda da foto, Cessar-fogo nos combates entre Israel e o Hezbollah, partido político xiita e grupo armado com forte influência no Líbano, termina na quarta-feira

    • Author, Bernd Debusmann Jr*
    • Role, Correspondente da Casa Branca
  • Tempo de leitura: 5 min

Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, escreveu na rede Truth Social que o tempo não é seu “adversário” durante a guerra com o Irã e nos esforços contínuos para uma solução de paz negociada.

No entanto, pessoas próximas à Casa Branca têm alertado repetidamente que o tempo é, de fato, uma questão crucial que Trump precisa levar em consideração.

Na postagem, o presidente americano comparou favoravelmente as seis semanas da Operação Fúria Épica — nome dado à guerra dos EUA e de Israel contra o Irã iniciada em 28 de fevereiro — a conflitos anteriores mais longos envolvendo seu país, incluindo os no Iraque, no Vietnã e as duas guerras mundiais.

É difícil, no entanto, comparar conflitos militares e suas respectivas linhas do tempo.

O Iraque é um ótimo exemplo. Embora Trump tenha afirmado corretamente que o envolvimento militar dos EUA lá durou mais de oito anos, em 2003, as Forças Armadas americanas derrubaram o governo de Saddam Hussein em cerca de três semanas.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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