6:26 AM
14 de março de 2026

TDA x TDAH: entenda diagnóstico de Ana Castela e diferenças entre as condições

TDA x TDAH: entenda diagnóstico de Ana Castela e diferenças entre as condições

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A cantora Ana Castela revelou, em suas redes sociais, que recentemente foi diagnosticada com TDA, sigla utilizada para descrever o transtorno de déficit de atenção. Mas, além da confirmação do quadro, o que despertou curiosidade em muitos fãs foi a ausência do “H” que costuma aparecer nesse tipo de situação.

Afinal, existe mesmo um transtorno de déficit de atenção “sem” hiperatividade? E, em caso positivo, quais as diferenças para o TDAH típico?

Entenda melhor essa história.

O que é o TDA? Qual a diferença para o TDAH?

Na verdade, o TDA “sem H” não existe mais como um diagnóstico formal desde 1987. Embora o termo ainda seja utilizado para facilitar a compreensão dos pacientes na comunicação cotidiana, ele é considerado obsoleto.

Oficialmente, a condição de Ana Castela também é TDAH, mas enquadrado como “tipo desatento” ou “predominantemente desatento”. Como o nome sugere, nessa versão do transtorno, o elemento da hiperatividade não aparece de forma tão marcante, com a desatenção sendo a característica definidora.

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+Leia também: TDAH: o que é, como diagnosticar e tratamentos

Conheça os tipos de TDAH

O TDAH costuma ser classificado em três grandes tipos principais, de acordo com os sintomas mais evidentes em cada pessoa. Eles são os seguintes:

  • TDAH predominantemente desatento

É o diagnóstico que, em outros tempos, era definido simplesmente como TDA, mesmo quadro de Ana Castela. A pessoa tem dificuldade com foco, concentração e organização, podendo apresentar momentos de distração e esquecimento recorrentes, mas não tem sinais típicos de hiperatividade.

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Em geral, essa característica “menos energética” pode fazer com que o quadro passe despercebido e o diagnóstico demore mais, com as distrações sendo erroneamente atribuídas à personalidade da pessoa, sobretudo na infância.

  • TDAH hiperativo-impulsivo

Nessa variação do transtorno, a hiperatividade domina. Costuma ser um quadro bem mais notável do que o tipo desatento, já que desde a infância é possível perceber falas, comportamentos e movimentos corporais indicando impulsividade e inquietação.

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Embora seja muito comum esse quadro vir acompanhado da desatenção, em algumas situações a impulsividade pode ocorrer de forma isolada.

Fazer essa distinção exige uma avaliação neuropsicológica adequada sobre a capacidade de foco e retenção de informações mesmo diante de uma alta atividade motora. Algumas pessoas com essa versão do TDAH podem, inclusive, apresentar hiperfoco.

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É o diagnóstico mais comum do transtorno, em que sintomas de desatenção e hiperatividade estão presentes.



Fonte.:Saúde Abril

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