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Introdução
A apresentadora Eliana revelou ter recorrido à terapia sexual para se reinventar profissionalmente e explorar sua sensualidade. Entenda como essa abordagem, que vai além das câmeras, ajuda a superar tabus, fortalecer a intimidade e resolver desafios da sexualidade, desde mudanças de linguagem corporal a traumas.
- Como a terapia sexual ajudou Eliana a adaptar sua linguagem corporal para um público mais amplo.
- A terapia sexual é uma psicoterapia focada em questões de sexo e sexualidade, abordando obstáculos físicos e emocionais.
- Pode ser realizada individualmente ou em casal para fortalecer a intimidade e reduzir a ansiedade.
- É indicada para diversas dificuldades, como baixa libido, anorgasmia e ejaculação precoce.
- Beneficia também quem enfrentou traumas ou lida com questões de identidade e orientação sexual.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A apresentadora Eliana contou, em entrevista recente ao jornal O Globo, que recorreu à terapia sexual para “se soltar” e adotar uma nova linguagem corporal para lidar com um público mais amplo, após décadas voltada à audiência infantil.
Hoje com 53 anos, Eliana iniciou a carreira de apresentadora aos 19. Por dialogar com crianças, ela relata que “policiava” as “roupas, gestas, a maneira como me comunicava”. Mas, quando chegou o momento de assumir um programa voltado a todas as idades, o acompanhamento com uma sexóloga permitiu que ela descobrisse outro lado de sua atuação em frente às câmeras da TV.
Afinal, como funciona uma terapia sexual?
Em que consiste uma terapia sexual
Uma terapia sexual é uma abordagem que utiliza técnicas típicas da psicoterapia, mas voltada especificamente a questões relacionadas ao sexo e à sexualidade. A conversa franca com o terapeuta é parte inseparável do processo, mas outras abordagens mais detidas podem variar de acordo com as dificuldades e objetivos de cada pessoa.
No caso de Eliana, por exemplo, as consultas com a sexóloga ajudaram a mudar sua linguagem corporal em um contexto profissional: “mostrar mais o corpo, a sensualidade, ter um molejo, cruzar suas pernas de saia”, explicou. Mas, com frequência, pessoas que buscam uma terapia sexual estão procurando resolver questões que prejudicam sua intimidade na cama.
Por isso, essa abordagem terapêutica pode ser feita tanto de forma individual quanto com o parceiro, e busca entender também as razões físicas e emocionais que podem estar criando obstáculos para aquele relacionamento progredir a contento. O terapeuta também pode indicar técnicas para reduzir os focos de ansiedade e ajudar a fortalecer os laços de intimidade, conforme as características de cada caso.
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Quem pode se beneficiar
A terapia sexual é indicada para qualquer pessoa que sinta dificuldades frente a algum aspecto das relações sexuais ou da sexualidade. É comum que ela seja um dos caminhos procurados por quem enfrenta ansiedades na cama, como pessoas com baixa libido, anorgasmia ou ejaculação precoce, bem como problemas para criar vínculos íntimos mais intensos com seus parceiros.
Pacientes que vivenciaram algum trauma relacionado ao sexo também podem se beneficiar de abordagens focadas nas relações, embora também seja indicada a terapia convencional nessas situações – ela costuma, inclusive, vir antes de um mergulho na retomada de um convívio positivo com o sexo. O mesmo vale para indivíduos que estejam enfrentando dificuldades frente à própria identidade ou orientação sexual.
Dependendo do caso, a terapia sexual pode ser feita de forma isolada ou ser acompanhada de outras abordagens, como medicamentos, conforme avaliação profissional.
Fonte.:Saúde Abril


