11:37 AM
10 de fevereiro de 2026

Tipos diferentes de cardio: 4 exercícios para quem quer ir além do básico

Tipos diferentes de cardio: 4 exercícios para quem quer ir além do básico

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Mais do que somente queimar calorias, o treino de cardio é, como o nome sugere, fundamental para melhorar a saúde cardiorrespiratória, trabalhando a oxigenação do organismo todo, o que tem impactos positivos até no funcionamento do cérebro.

Mas, para praticantes mais experientes, pode ser necessário encontrar alternativas além das básicas esteira e bicicleta para não perder o senso de desafio e manter a motivação em dia.

São técnicas que permitem trabalhar diferentes grupos musculares ou apostar numa intensidade mais elevada para potencializar os benefícios.

Confira algumas opções:

1. HIIT

Do inglês, high intensity interval training (ou treinamentos intervalados de alta intensidade, em tradução livre), o grande trunfo do HIIT é o padrão alternado entre esforços de baixa e alta intensidade. Por se tratar de um exercício explosivo, é bastante eficiente para melhorar o condicionamento, promover queima maior de gordura e melhorar a resistência.

Além disso, pode combinar atividades como corrida, abdominais, movimentos com halteres e técnicas de baixo impacto ou aquáticas, podendo ser aliado às necessidades de cada indivíduo.

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O HIIT é vantajoso para quem tem uma rotina atribulada, já que a ideia da alta intensidade faz com que as sessões sejam mais curtas. Mas, como a ciência ainda não tem certeza qual a distribuição mais vantajosa para os vários tipos de treinamento, é bom contar com orientação profissional para evitar a fadiga excessiva.

2. Cordas navais

Na zona cinzenta entre os exercícios funcionais e de força, as cordas navais proporcionam – especialmente pelo formato delas e o movimento de “onda” do exercício – um estímulo sem impacto, mas ainda sim um exercício cardiovascular vigoroso.

Além de trabalhar a saúde cardiovascular, elas também servem para trabalhar o músculo deltoide anterior, oblíquo externo e lombar.

+Leia também: Cardio ou musculação: qual vem primeiro?

3. Cardios baseados em dança

Um dos problemas da prática do cardio é a aderência: como correr é um exercício que requer muito esforço e é acompanhado de determinada monotonia, há quem acabe desistindo com o tempo. Exercícios baseados em dança podem render estímulos para ajudar a manter a saúde cardiorrespiratória em dia e adicionar um pouco mais de diversão nos treinos.

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Este estímulo, porém, costuma ser maior em pessoas com um nível basal de capacidade cardiorrespiratória baixo. Portanto, pode ser um bom ponto de partida para quem é experiente somente na musculação, mas quer migrar para treinamentos mais vigorosos.

Caso queira apostar neste tipo de exercício, um profissional que monte um treino com a frequência e intensidade correta também é ideal para obter o máximo de benefícios.

4. Treinamento em circuito

Esse tipo de treinamento compartilha dos benefícios gerais do exercício cardiovascular, mas ganha na eficiência em um baixo período de treino, trabalhando vários músculos, e podendo ser variado conforme a especificidade de cada indivíduo, caso o praticante busque um foco maior na força, ou na resistência.

Trata-se, basicamente, de realizar treinos em circuitos montados para trabalhar todo o corpo, com exercícios de duração mais curta, em comparativo com a musculação comum, e descansos menores entre eles.

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Muita gente confunde com o HIIT, mas, no treinamento em circuitos, a intensidade é um pouco menor e a duração da sessão como um todo pode ser bem mais longa – no HIIT, é comum fechar o treino em 25 minutos; no treino por circuitos, dá para ter sessões de até uma hora.



Fonte.:Saúde Abril

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