O vereador Rafael Ranalli (PL), apresentou durante coletiva de imprensa imagens que segundo ele mostram casos de crianças sendo expostas à sexualização dentro das escolas municipais. A denúncia foi feita durante a sessão ordinária e gerou forte repercussão entre os parlamentares presentes.
Ranali exibiu os registros em telão e classificou a situação como “inaceitável e criminosa”.
O parlamentar afirmou que a infância está sendo atacada por conteúdos que não condizem com a realidade da educação infantil e exigiu providências imediatas da gestão municipal. “Isso é um absurdo! Estamos falando de crianças inocentes, que deveriam estar aprendendo matemática, português e história, mas estão sendo expostas a material que sexualiza e distorce valores. Quero que o secretário Amauri e o prefeito Abilio montem imediatamente uma comissão para rever esse tema. A sociedade não vai aceitar essa afronta à família”, disparou Ranali.
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O vereador também destacou que não se trata de um caso isolado, mas de um problema que, segundo ele, pode estar presente em mais de uma unidade escolar. “Não é apenas um erro pontual, é um sistema que precisa ser revisto. Não podemos deixar que isso vire normalidade dentro da rede de ensino”, completou.
Diante da gravidade das imagens apresentadas, Ranali protocolou um requerimento formal à Mesa Diretora para que seja criada uma comissão especial de investigação com a participação da Secretaria Municipal de Educação, do Conselho Tutelar e de representantes do Ministério Público.
Segundo ele, não se trata de um caso isolado, mas de uma situação que pode estar presente em outras unidades de ensino da capital. “Não é apenas um erro pontual, é um sistema que precisa ser revisto. Não podemos deixar que isso vire normalidade dentro da rede de ensino”, alertou.
A cobrança agora recai sobre o prefeito Abilio Junior e o secretário de Educação Amauri Ribeiro, que devem se posicionar sobre a denúncia. A expectativa é de que a gestão municipal anuncie, ainda nos próximos dias, se atenderá ao pedido do vereador e quais medidas serão adotadas para esclarecer a situação.
Diante da denúncia, agora a cobrança agora recai diretamente sobre o prefeito Abilio Junior (PL) e o secretário de Educação Amauri Ribeiro, que deverão se posicionar publicamente. A expectativa é de que, nos próximos dias, a gestão municipal anuncie se atenderá ao pedido do parlamentar e quais providências serão tomadas para esclarecer o caso.
O episódio provocou reações distintas entre vereadores e gerou indignação entre pais e responsáveis que acompanhavam a sessão. Para alguns parlamentares, a denúncia expõe a necessidade de maior fiscalização do conteúdo pedagógico e de uma revisão das diretrizes aplicadas nas escolas municipais.
Já setores ligados à educação afirmam que é preciso cautela antes de qualquer julgamento, defendendo que uma investigação técnica esclareça se houve, de fato, irregularidade.
O caso deve mobilizar debates dentro e fora da Câmara, envolvendo não apenas vereadores, mas também organizações civis, sindicatos de professores e entidades de proteção à infância. Caso a comissão seja instalada, o processo poderá resultar em recomendações formais ao Executivo municipal e até mesmo em ações judiciais.
Fonte.: MT MAIS