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31 de maio de 2026

Viaja SP: 91% das classes A e B viajaram pelo Brasil – 27/05/2026 – Turismo

Viaja SP: 91% das classes A e B viajaram pelo Brasil – 27/05/2026 – Turismo

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Além de investigar os destinos de viagem favoritos e as marcas de turismo preferidas dos paulistanos, a pesquisa Viaja SP, do Datafolha, também questionou os viajantes da capital paulista sobre os seus hábitos de viagem.

Dos 91% dos paulistanos das classes A e B que afirmam ter viajado para outro estado brasileiro nos últimos 12 meses, a maioria (37%) diz viajar apenas uma vez ao ano. 27% viajam a cada seis meses, 17% uma vez a cada três meses, e 12% menos de uma vez por ano.

Considerando a última viagem à lazer para outros estados brasileiros, 40% dizem ter viajado com o cônjuge, 20% com filhos (20%), 14% com amigos (14%), 13% com os pais (13%), 7% com irmãos e outros 7% com o namorado(a). Uma parcela de 17% declarou que fez essa viagem sozinho(a).

Nessa última viagem, o valor médio gasto foi de R$ 6.474, com a maioria (31%) gastando até R$ 4.500. Uma parcela de 22% gastou até R$ 7.500, e outros 21%, gastaram R$ 15 mil. Apenas 6% gastaram acima de R$ 15 mil, e 5% não opinaram.

O tempo médio dessa viagem ficou em 9 dias. A maioria (44%) passou de seis a dez dias viajando, enquanto para um terço (35%), a viagem durou no máximo cinco dias. 12% viajaram de 11 a 15 dias, e 9% viajaram por 16 dias ou mais.

O tempo médio de planejamento ficou em aproximadamente quatro meses e meio (140 dias) antes da viagem. A maioria (30%) começa a se planejar entre 31 e 90 dias antes da viagem, e um quarto (27%) o faz no máximo 30 dias antes da viagem. Outros 28% se antecipam entre 91 a 180 dias, e 13%, 181 dias ou mais.

O Datafolha também fez as mesmas perguntas em relação às viagens internacionais, cujo os valores gastos, tempo de permanência e planejamento são sempre mais altos.

Um terço dos paulistanos (32%) declarou ter viajado a lazer para outros países nos últimos 12 meses, índice que é mais alto entre os que têm 60 anos ou mais (38%), entre os que têm renda familiar de mais de 10 a 20 salários mínimos (42%), entre os que têm renda familiar mensal de mais de 20 salários mínimos (62%), e entre os moradores da zona oeste da capital paulista (41%).

Deste terço, a maioria (51%) viaja menos de uma vez por ano, e 31%, apenas uma vez por ano. Considerando a última viagem, 40% viajaram com o cônjuge. Na sequência ficaram as respostas: filhos (17%), amigos (12%), pais (11%), irmãos (6%) e namorado(a) (6%), entre outros familiares. Uma parcela de 19% declarou ter viajado sozinho.

O valor médio dessa viagem ficou em R$ 25.789. A maioria (29%) gastou entre R$ 15 mil e R$ 30 mil, e outros 26% gastou entre R$ 7.500 e R$ 15 mil. Uma parcela de 16% gastou entre R$ 30 mil e R$ 60 mil, e 6% gastaram mais de R$ 60 mil.

O tempo médio de viagem ficou em 16 dias. A maioria (30%) passou entre seis e dez dias viajando, enquanto 28% ficou fora de casa entre 11 e 15 dias. Outros 24% viajaram entre 16 e 30 dias, e 12% por até cinco dias.

O tempo médio de planejamento para viagens internacionais ficou em aproximadamente 7 meses (225 dias) antes da viagem. A maioria (35%) se planeja entre 91 e 180 dias antes da viagem, e 32%, entre 181 e 365 dias antes. Outros 17% se planejam com no máximo 90 dias de antecedência, e 11%, até 30 dias antes.

Paulistanos preferem gastar mais para ter conforto

O Datafolha também aferiu que os entrevistados preferem pagar mais para viajar com conforto, do que pagar barato em uma viagem menos confortável. Numa escala de 0 a 10, em que 0 significa uma viagem barata com pouco conforto, e 10, significa uma viagem cara com muito conforto, o valor médio ficou em 7,2.

Nesta pergunta, a maioria dos respondentes (42%) escolheu valores de 7 a 8, enquanto 28% se marcaram os valores 5 ou 6. Outros 24% marcaram 9 ou 10, indicando a preferência por uma viagem muito confortável, ainda que cara, enquanto 5% marcaram algo entre 0 e 4, abrindo mão do conforto para economizar.

A pesquisa destaca que esse índice de conforto, por assim dizer, é mais alto entre as mulheres do que entre os homens (27%, ante 21%), e entre os menos escolarizados (37%).



Fonte.:Folha de S.Paulo

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