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Introdução
A morte da atriz Titina Medeiros por câncer de pâncreas acende o alerta para a doença. Considerado um dos maiores desafios da oncologia, o tumor tem diagnóstico difícil e afeta famosos como Tony Bellotto e Edu Guedes. Saiba por que ele é tão perigoso e como é o tratamento.
- Morte da atriz Titina Medeiros por complicações do câncer de pâncreas.
- O câncer de pâncreas é um dos mais desafiadores na oncologia, com alta taxa de mortalidade.
- Famosos, como D’Angelo, Tony Bellotto e Edu Guedes também enfrentaram a doença.
- As razões por que o diagnóstico precoce é tão raro e essencial para a cura.
- As principais abordagens de tratamento, da cirurgia à quimioterapia, e seus prognósticos.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A atriz Titina Medeiros, de 48 anos, morreu neste domingo (11) por complicações de um câncer de pâncreas. Conhecida por papéis em novelas da Globo como “Cheias de Charme” e “No Rancho Fundo”, ela recebeu o diagnóstico da doença em 2025.
Um tumor maligno de difícil diagnóstico, o câncer de pâncreas afeta o órgão responsável pela secreção de insulina. Considerado um dos mais desafiadores da oncologia, ele representa 5% das mortes anuais de câncer no Brasil, mesmo correspondendo a apenas 1% dos diagnósticos.
Nos últimos tempos, a doença apareceu no noticiário por acometer diferentes famosos, como o ícone do R&B D’Angelo, falecido em outubro, o guitarrista dos Titãs, Tony Bellotto, que descobriu a doença em março do ano passado, e o chef e apresentador Edu Guedes, que entrou em remissão após remover o tumor com cirurgia.
Por que o câncer de pâncreas é difícil de curar
Uma das dificuldades em torno do câncer de pâncreas é sua evolução geralmente assintomática nos estágios iniciais. Isso costuma atrasar o diagnóstico, levando à identificação do problema somente quando ele já está avançado e o tratamento se tornou muito mais difícil.
Quando há sintomas, eles costumam envolver alterações típicas de um câncer, incluindo fraqueza generalizada e perda de peso sem explicação. A icterícia também é comum em pacientes acometidos pelo tumor no pâncreas.
O diagnóstico costuma levar em conta exames de imagem, testes laboratoriais para verificar indicadores que costumam se modificar quando o câncer está presente, e uma biópsia da área afetada para avaliar as características das células tumorais.
Como é o tratamento
A melhor abordagem para enfrentar um câncer de pâncreas depende das características específicas de cada caso. A cirurgia é o método preferencial e aquele com os melhores prognósticos, mas geralmente só é uma opção com altas taxas de sucesso nos casos em que o tumor é identificado precocemente.
O mais comum é que o câncer de pâncreas seja descoberto em estágios mais avançados. Nessas situações, outras técnicas, como a quimioterapia e a radioterapia, também costumam ser indicadas.
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Fonte.:Saúde Abril


