12:04 PM
21 de janeiro de 2026

Jogos de apostas virtuais viraram uma emergência de saúde pública

Jogos de apostas virtuais viraram uma emergência de saúde pública

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O número de atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) por dependência de jogos praticamente dobrou no comparativo entre 2023 e 2025.

Mas muita gente com o transtorno por jogo patológico nem sequer procurou ajuda ainda — a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) calcula que, só no Brasil, 4 milhões de pessoas enfrentem essa tormenta. Por trás da escalada estão as apostas virtuais, que hoje estão facilmente disponíveis nos celulares e patrocinam eventos e times esportivos.

Para lidar com essa “emergência de saúde pública”, nas palavras do epidemiologista e ex-ministro José Temporão, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram investimentos da ordem de 12 milhões de reais e a criação de um observatório para acompanhar a situação e oferecer suporte a quem tem a dependência e pode arruinar a si e a família.

Estima-se que as perdas socioeconômicas relacionadas ao problema cheguem à cifra de 38 bilhões de reais por ano.

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Passado: o primeiro surto de ebola da história

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(Ilustrações: Ana Elisa Granziera/Veja Saúde)

Há 50 anos, um vírus que eclodiu no antigo Zaire, atual República Democrática do Congo, deixou a humanidade de cabelo em pé. Era o ebola, identificado pela primeira vez em um surto que resultou em 280 mortes entre 318 casos — letalidade de 88%! Até hoje o patógeno volta a dar as caras na África, e os cientistas perseguem uma vacina eficaz.

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Futuro: escorpião da Amazônia possui molécula anticâncer

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(Ilustrações: Ana Elisa Granziera/Veja Saúde)

Ele tem entre 6 e 7 centímetros de comprimento, é escuro e vive no Norte do país. E pesquisadores da USP descobriram em seu veneno uma substância com ação parecida ao de um quimioterápico. Pois um experimento com essa molécula oriunda do Brotheas amazonicus mostrou que ela consegue destruir células de tumores mamários.

Um lugar: Austrália bane redes sociais para menores de 16 anos

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(Ilustrações: Ana Elisa Granziera/Veja Saúde)

O país da Oceania não voltou atrás e confirmou, pela força da lei, a proibição das plataformas como Instagram e TikTok para jovens com menos de 16 anos. A principal motivação são os danos ao comportamento e à saúde mental dos mais novos. A decisão foi vista como controversa, mas abre caminho a medidas mais assertivas diante do descontrole das redes sociais.

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Um dado: 21 milhões de caixas d’água desperdiçadas por dia

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(Ilustrações: Ana Elisa Granziera/Veja Saúde)

Em meio a uma crise climática que poderá resultar em prejuízos ao abastecimento hídrico, o Brasil joga fora o equivalente a 6 346 piscinas olímpicas — ou cerca de 21 milhões de caixas-d’água residenciais — de água tratada, pelas contas do Instituto Trata Brasil. As regiões Norte e Nordeste foram as que mais perderam em função de lapsos na distribuição.

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Uma frase: Maria Cândida

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(Ilustrações: Ana Elisa Granziera/Veja Saúde)

“Após mais de seis anos dedicando-me ao tema em entrevistas e diálogos com especialistas, mulheres e cientistas, aprendi que a menopausa não é apenas um fenômeno biológico… É um chamado para ações conscientes (…) A ciência mostra que intervenções oportunas — como mudanças no estilo de vida e tratamentos personalizados — podem reverter parte dos impactos hormonais no corpo e no cérebro, resgatando não apenas o bem-estar, mas a capacidade de ressignificar essa etapa como uma oportunidade.”

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Maria Cândida, comunicadora e apresentadora de TV, no livro Menopausa Como Jornada (Literare Books)

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Fonte.:Saúde Abril

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