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Introdução
O Brasil enfrenta uma crise de saúde mental no trabalho, com recorde de afastamentos por transtornos psíquicos, enquanto a NR-1 passa a exigir a gestão de riscos psicossociais. O conteúdo também aborda a distinção do diabetes, avanços contra câncer de pâncreas, alerta do vírus Nipah, o impacto da limpeza no bem-estar e o debate sobre o direito de morrer.
- Crise de saúde mental no trabalho e a adoção da NR-1 para gerenciar riscos psicossociais.
- Recorde de afastamentos por transtornos psíquicos, sendo a segunda maior causa de ausências.
- Avanços na medicina, como a diferenciação do diabetes e terapia contra câncer de pâncreas em animais.
- O alerta sobre o vírus Nipah na Ásia e sua letalidade.
- A conexão entre a limpeza doméstica, bem-estar mental e o debate sobre o direito de morrer.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Enquanto o Brasil se prepara para adotar a NR-1, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, que passará a exigir das empresas monitoramento e gestão de riscos psicossociais no expediente, dados do Ministério da Previdência Social escancaram uma crise de saúde mental no ambiente de trabalho.
Em 2025, o país bateu recorde de afastamentos por transtornos psíquicos, como ansiedade e depressão. Foram mais de 546 mil licenças concedidas em função disso, um crescimento de 15% em relação ao ano de 2024.
Ao todo, foram computados cerca de 4 milhões de casos de afastamento por incapacidade temporária, e os problemas psicológicos já representam a segunda maior causa de ausências no trabalho, só atrás das dores nas costas.
Com a NR-1, espera-se que uma postura mais sensível e ativa das empresas possa mitigar a atual sucessão de danos.

Passado: distinção entre diabetes tipo 1 e tipo 2 surge há 90 anos
Em 1936, o médico britânico Harold Himsworth foi o primeiro a propor, amparado em estudos, uma diferenciação oficial entre duas versões da doença marcada pelas altas taxas de glicose no sangue. O diabetes tipo 1 tem origem autoimune — o sistema de defesa arruína a produção de insulina —, enquanto no tipo 2 há uma resistência das células ao hormônio.

Futuro: combo de remédios elimina câncer de pâncreas em animais
Em experimentos com camundongos, cientistas espanhóis foram bem-sucedidos em derrotar os desafiadores tumores pancreáticos e evitar o retorno da doença. Obtiveram esse feito graças a uma combinação de terapias-alvo, que miram proteínas específicas das células cancerosas. Agora vão tentar repetir a conquista em humanos.

Um lugar: vírus letal foi registrado na Ásia
Um sinal de alerta global soou após duas pessoas na Índia e uma em Bangladesh contraírem o vírus Nipah, patógeno altamente mortal cujo reservatório na natureza são morcegos comedores de frutas. Medidas de contenção foram tomadas na Ásia, mas o risco de uma pandemia foi considerado nulo. A preocupação ronda a alta letalidade
do Nipah — entre 40 e 70%.

Um dado: 7 em cada 10 brasileiros se sentem aliviados ao limpar a casa
Os hábitos de higiene doméstica estão conectados com o humor e as emoções, segundo um levantamento com mais de 300 pessoas encomendado pela marca Scotch-Brite. Para 63% desse público, a casa suja dispara sensação de inquietude e agitação — por isso, a limpeza pode até servir como “terapia”. E quase 90% concordaram que um lar organizado impacta o bem-estar.

Uma frase: Carolina Appel
“Morrer é um direito humano? Como terminamos nossas vidas é, no mínimo, um dos temas mais controversos da atualidade. É uma discussão sobre autonomia (…) O forte movimento imigratório e o afastamento de líderes religiosos absolutos abrem espaço para esse tipo de reflexão. As projeções do IBGE indicam que até 2050 o número de idosos ultrapassará 64 milhões. A tecnologia tende a avançar a ponto de possibilitar a continuidade da vida, mesmo em estado vegetativo. Falar sobre o direito de morrer deve superar as fronteiras da heresia.”
Camila Appel, jornalista e roteirista, no livro Enquanto Você Está Aqui (Fósforo)
Fonte.:Saúde Abril


