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1 de maio de 2026

Pesadelo na Cozinha: Jacquin encara restaurante com pombo e barata

Pesadelo na Cozinha: Jacquin encara restaurante com pombo e barata

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É exibido nesta sexta (1º) pela plataforma de streaming HBO Max e no canal pago Discovery Home & Health, às 20h40, e na terça (5), às 22h30, o penúltimo episódio desta temporada de Pesadelo na Cozinha. Desta vez, o chef Erick Jacquin continua com os pés fincados em São Paulo — spoiler: o último programa terá como cenário Foz do Iguaçu.

Nesta reta final, o cozinheiro franco-brasileiro vai para a Zona Sul de São Paulo, nas redondezas do Aeroporto de Congonhas. Ele aterrissa no Bar do César, no bairro do Planalto Paulista. Como sempre, a missão é reconstruir o cardápio do botequim, limpar a sujeira e dar um tapa no visual em apenas uma semana.

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Pesadelo na Cozinha: Jacquin observa o atendimento (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Entre os problemas diagnosticados no restaurante do empresário César Giraldi, 72, está um lugar “desprovido de alma e identidade”, mesmo com o proprietário dando duro todos os dias da semana, sem uma única folga. Por lá, há um grande desperdício e uma equipe sem liderança. “Uma ou duas vezes que eu fecho na semana, os boletos já ficam sem pagar”, queixa-se o dono.

Embora esteja à procura de ajuda, o César, ex-funcionário público, é a antítese de atualização do negócio. À moda antiga, ele escreve diariamente o único cardápio que passa por todos os clientes. “Já tentei modernizar esse lugar, mas não deu certo”, entrega a filha Cintia Cruz, que tem um bufê e, sempre que pode, dá uma força para o Bar do César. “Meu pai deixa de ganhar muito dinheiro”.

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Ambiente desgastado: pombos fazem rasantes no salão (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

César, como outros empresários do ramo, afirma enfrentar constantes problemas de mão de obra. Por isso, não tira férias há duas décadas, não sabe cobrar os clientes e muito menos impor limites aos colaboradores.

O chef nem se queixa da comida, que está longe de ser das piores. Mas não significa que seja boa. O bife à parmigiana, por exemplo, é feito no micro-ondas com molho de tomate industrializado, que é lançado sobre carne com zero tempero.

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O lugar é bagunçado e recebe constantes visitas de pombos, chamados por Jacquin de “ratos de asas”. Um deles faz um rasante em um prato de um cliente. Também pode ser avistada uma intrusa indesejada: uma barata.

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Intrusa que assusta: uma barata passeando pelo restaurante (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Depois de observar um dia de serviço caótico, Jacquin batiza o restaurante como “César Sem Cardápio e Sem Futuro”. O chef recomenda que a casa tenha apenas opções à la carte. Num truque que não dá certo, o cozinheiro Geraldo Pereira apenas transfere o bufê para dentro da cozinha. Claro, passa a despachar comida totalmente fria. “Como eu caí nessa parada? Ele conseguiu me enganar, mas acabou de cair a ficha. Não sou burro, não, porém demorei para entender isso”, esbraveja Jacquin.

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As coisas começam a mudar depois que o chef francês reúne os funcionários e dá um baita susto em todos ao quebrar um prato trincado, que seria usado por uma cliente, no meio do salão. “É para acordar vocês. O barulho que deve revolucionar o coração de vocês é o modo de trabalhar. Aqui é o inferno, não tem nada de gostoso, nada de bom. Vocês são muito tristes, não têm vida e é a vida que vale. Estão esperando o quê? O velório? Lá ninguém se diverte. É preciso colocar uma barreira entre trabalho e vida”, constata Jacquin. Só depois da atitude radical, as coisas começam a mudar…

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Fonte.: Veja SP Abril

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