É exibido nesta sexta (1º) pela plataforma de streaming HBO Max e no canal pago Discovery Home & Health, às 20h40, e na terça (5), às 22h30, o penúltimo episódio desta temporada de Pesadelo na Cozinha. Desta vez, o chef Erick Jacquin continua com os pés fincados em São Paulo — spoiler: o último programa terá como cenário Foz do Iguaçu.
Nesta reta final, o cozinheiro franco-brasileiro vai para a Zona Sul de São Paulo, nas redondezas do Aeroporto de Congonhas. Ele aterrissa no Bar do César, no bairro do Planalto Paulista. Como sempre, a missão é reconstruir o cardápio do botequim, limpar a sujeira e dar um tapa no visual em apenas uma semana.

Entre os problemas diagnosticados no restaurante do empresário César Giraldi, 72, está um lugar “desprovido de alma e identidade”, mesmo com o proprietário dando duro todos os dias da semana, sem uma única folga. Por lá, há um grande desperdício e uma equipe sem liderança. “Uma ou duas vezes que eu fecho na semana, os boletos já ficam sem pagar”, queixa-se o dono.
Embora esteja à procura de ajuda, o César, ex-funcionário público, é a antítese de atualização do negócio. À moda antiga, ele escreve diariamente o único cardápio que passa por todos os clientes. “Já tentei modernizar esse lugar, mas não deu certo”, entrega a filha Cintia Cruz, que tem um bufê e, sempre que pode, dá uma força para o Bar do César. “Meu pai deixa de ganhar muito dinheiro”.

César, como outros empresários do ramo, afirma enfrentar constantes problemas de mão de obra. Por isso, não tira férias há duas décadas, não sabe cobrar os clientes e muito menos impor limites aos colaboradores.
O chef nem se queixa da comida, que está longe de ser das piores. Mas não significa que seja boa. O bife à parmigiana, por exemplo, é feito no micro-ondas com molho de tomate industrializado, que é lançado sobre carne com zero tempero.
O lugar é bagunçado e recebe constantes visitas de pombos, chamados por Jacquin de “ratos de asas”. Um deles faz um rasante em um prato de um cliente. Também pode ser avistada uma intrusa indesejada: uma barata.

Depois de observar um dia de serviço caótico, Jacquin batiza o restaurante como “César Sem Cardápio e Sem Futuro”. O chef recomenda que a casa tenha apenas opções à la carte. Num truque que não dá certo, o cozinheiro Geraldo Pereira apenas transfere o bufê para dentro da cozinha. Claro, passa a despachar comida totalmente fria. “Como eu caí nessa parada? Ele conseguiu me enganar, mas acabou de cair a ficha. Não sou burro, não, porém demorei para entender isso”, esbraveja Jacquin.
As coisas começam a mudar depois que o chef francês reúne os funcionários e dá um baita susto em todos ao quebrar um prato trincado, que seria usado por uma cliente, no meio do salão. “É para acordar vocês. O barulho que deve revolucionar o coração de vocês é o modo de trabalhar. Aqui é o inferno, não tem nada de gostoso, nada de bom. Vocês são muito tristes, não têm vida e é a vida que vale. Estão esperando o quê? O velório? Lá ninguém se diverte. É preciso colocar uma barreira entre trabalho e vida”, constata Jacquin. Só depois da atitude radical, as coisas começam a mudar…
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Fonte.: Veja SP Abril


