9:18 PM
3 de maio de 2026

Monark afirma que YouTube o proibiu de criar novos canais

Monark afirma que YouTube o proibiu de criar novos canais

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O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, afirmou que foi comunicado pelo YouTube de que está proibido de criar novos canais ou monetizar conteúdos na plataforma. Em um vídeo publicado no último sábado (2), ele classificou a decisão como “desproporcional” ao comentar a derrubada de um novo canal poucos dias após o lançamento.

O canal, chamado de Bruno Aiub Show, havia sido criado recentemente e foi removido pela plataforma dias depois de entrar no ar.  Segundo a defesa, o único conteúdo publicado até então era um vídeo de apresentação, no qual ele fazia um tour pelos estúdios onde aconteceriam as futuras gravações.

“Recebi um e-mail hoje do YouTube falando que eu fui suspenso. Eu não posso mais criar canais no YouTube ou monetizar canais nele por causa dos meus comentários – que foram infelizes, sim, mas que não foram mal-intencionados e que, de maneira alguma, defenderam qualquer ideologia extremista”, afirmou Monark em vídeo publicado na rede social X.

Monark defendeu legalização de partidos nazistas em 2022

Em fevereiro de 2022, Monark quando era apresentador do podcast Flow, Monark defendeu a legalização de partidos nazistas e afirmou que as pessoas deveriam ter o direito de serem “anti-judeus”. As declarações tiveram forte repercussão negativa. No dia seguinte, ele deixou a apresentação do programa e se desligou da empresa.

Monark também foi incluído em um inquérito de envolvidos no 8 de janeiro por questionar o funcionamento do sistema eleitoral. O ministro Alexandre de Moraes chegou a proibir que o influenciador tivesse redes sociais. A decisão, no entanto, foi derrubada em fevereiro de 2025.

“Eu sofri as consequências: perdi o Flow, saí do emprego e do meu próprio programa. Pedi desculpas várias vezes, mas as retaliações não acabam. Parece que pessoas muito poderosas querem me destruir completamente”, disse. “Errar, eu errei, mas as consequências estão muito fora de proporção”, concluiu Monark.



Fonte. Gazeta do Povo

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