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23 de maio de 2026

Juliano Cazarré: Leitores opinam sobre encontro de homens – 23/05/2026 – Painel do Leitor

Juliano Cazarré: Leitores opinam sobre encontro de homens – 23/05/2026 – Painel do Leitor

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São válidos, desde que abranjam tópicos de não violência às mulheres e de autonomia masculina, especialmente nos cuidados domésticos, questões morais e éticas, coragem, propósito e traumas.

Patrick W. C. Silva (Rio de Janeiro, RJ)

São expressão da misoginia e da ignorância. Se existirem, devem abordar a necessidade de acabar com a violência contra as mulheres.

Jacqueline R. de Oliveira Roque (Juiz de Fora, MG)

Um equívoco! Caso ocorram, devem ensinar homens a não serem machos.

Carlos Augusto Peixoto Junior (Rio de Janeiro, RJ)

Se não ensinarem a cuidar da casa, das crianças, além de psicopedagogia, estimularão papéis de gênero, gerando opressão, violência e submissão da mulher. É red pill.

Maria C. Araújo Castilho (Brasília, DF)

Se bem organizados para o desenvolvimento à luz da neurociência e da aprendizagem sobre as relações sociais, podem ser interessantes. Se levados a ideologias ou esquemas religiosos sem contexto, podem ser perigosos. Encontros do tipo deveriam focar a aprendizagem do comportamento do cérebro masculino e seus padrões, além das ações éticas e morais para com o outro.

Wendell Gomes de Matos (São Paulo, SP)

Necessário! É preciso abordar caráter, fidelidade, responsabilidade, respeito, linguagens do amor, objetivos, saúde mental…

Daniele S. Fernandes (São Paulo, SP)

Finalmente alguém agindo! Deveria haver mais movimentos com o intuito de ajudar homens a resgatar valores perdidos na geração atual, focando a masculinidade protetora e à luz da Bíblia.

Karina da Rosa Rocha (Gravataí, RS)

Os homens estão perdidos. Se fazem questão, encontros do tipo deveriam abordar a justa divisão de tarefas em casa e com os filhos.

Marianne Maier (Florianópolis, SC)

Válidos até que provem o contrário. Como ser homem e lidar com as situações do dia a dia.

Luciano M. de Santana (Limeira, SP)

Grupos que incentivam a cultura são ótimos, mas vender evolução pessoal me parece falta do que fazer e de terapia. Encontros do tipo deveriam abordar temas que enriquecem e educam, principalmente em um país machista. Os homens não precisam ser mais homens, mas aprender a ser completos, respeitosos, compreensivos, e a reconhecer e aceitar as diferenças.

Gabriel Alves (São Paulo, SP)

Excelente. Vai quem quer e discute o que quiser.

Luiz Otavio (São Paulo, SP)

Não chego a considerar um erro crasso, mas também não vejo serventia, para além da massagem no ego de quem precisa se afirmar como exemplo de macho. Contudo, penso que cada um é livre para investir seus recursos financeiros e intelectuais como quiser. Embora, ainda, “auto-ajuda” para homens, não me pareça muito interessante. Quem sabe, não seria interessante um curso para mulheres e homens, juntos, onde eles as ouvissem tanto quanto anseiam por serem ouvidos. Como os homens podem contribuir para a ascensão feminina na contemporaneidade? De que forma os homens podem contribuir para o fim das mazelas sócio-culturais que afligem as mulheres?

Débora Campello (São Miguel do Oeste, SC)

Não vejo problema algum. Eventos do tipo deveriam abordar o papel do homem na família, o papel do esposo, o papel do pai.

Clay Morais (Fortaleza, CE)

Necessária e criativa a iniciativa. Esse tipo de evento deveria abordar a saúde masculina, família e religião.

Viviane Lima (Curitiba, PR)

Considero encontros do tipo válidos e necessários, principalmente no momento atual, em que a masculinidade está sendo deturpada e descaracterizada. Deveriam trabalhar aspectos como o que significa ser de fato homem, sua responsabilidade enquanto ser humano, filho, pai e marido.

Ana Paula Monteiro dos Santos Siqueira (Luziânia, GO)

Acho péssimo! O que os homens precisam é entender e ouvir sobre feminicídio e violência. Mesmo que estejam sofrendo ou incomodados com esses assuntos, devem tentar fazer algo para mudar, evitar falas machistas, violentas, piadas… Por isso, grupos que se reúnam devem pensar como escutar e colaborar com as mulheres nas questões de violência e feminicídios.

Nidia Forestieri (São Paulo, SP)

É justo haver grupos de homens, assim como há de mulheres e outros. Há que se ter um grupo para que eles possam aprender juntos com as mudanças e comportamentos sociais temas como masculinidade, respeito è mulher, autocontrole, novos papéis dentro do relacionamento, participação na criação de filhos, o protagonismo no sustento da família.

Luciana Alux (São Paulo, SP)



Fonte.:Folha de S.Paulo

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